créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Tuesday, September 11, 2007

Comentários à exposição retrospectiva de Nelson Dias

_From: galeriamac [mailto:galeriamac@sapo.pt]
Sent: domingo, 30 de Setembro de 2007 13:00
To: Margarida Ruas
Subject: FW: {Disarmed} A enviar correio electrónico: M.A.C. - Movimento Arte Contemporânea
As Formas do Existir - Retrospectiva de Nelson Dias
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Boa Amiga Drª Margarida Ruas

Junto envio matéria da próxima exposição do MAC que poderá ser histórica nas artes plásticas contemporâneas portuguesas. Trata-se da retrospectiva da obra de NELSON DIAS grande pintor português tão injustamente apreciado na altura , que faleceu em 1993 e que espero lhe seja feita a devida homenagem agora.

Com os meus melhores cumprimentos.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
______________________________________
Álvaro Lobato de Faria
MAC - Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato nº 9C 1250-260 Lisboa
Av. Álvares Cabral nº 58/60 1250 Lisboa
962670532 - 213850789

galeriamac@mail.telepac.pt
http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/
http://www.alvarolobatodefaria.blogspot.com/

Mensagem original-----
De: Margarida Ruas
Enviada: quarta-feira, 3 de Outubro de 2007 16:35
Para: galeriamac
Assunto: RE: {Disarmed} A enviar correio electrónico: M.A.C. - Movimento Arte Contemporânea
As Formas do Existir - Retrospectiva de Nelson Dias

Meu Caro Amigo muitos parabéns. Só assim se cumpre o futuro.
Um abraço

Margarida Ruas
Directora do Museu da Água

Rua do Alviela, 12
1170-012 Lisboa

http://www.museudaagua.epal.pt/

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Retrospectiva de Nelson Dias"
1 Comentário -


Ruela disse...
Excelentes trabalhos...uma merecida retrospectiva.Parabéns e muitos visitantes.
September 9, 2007 10:57 AM
Mostrar mensagem original

10:57 AM
resposta:
agradeço de novo a sua simpatia e fico muito contente por reconhecer o mérito de um grande artista que foi Nelson Dias.Há um lugar para este pintor na nossa História da Arte,e será uma enorme injustiça se essa homenagem lhe não seja prestada.Foi um dos grandes pintores portugueses do sec.xx

Mais uma vez,um abraço e espero tê-lo na inauguração.

Álvaro Lobato de Faria
10 de Setembro de 2007 18



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Queridos amigos

Estou tao contente por receber notícas vossas!
Ver-vos tão activos, obrigada pelas fotos fiquei com vontade de conhecer a obra de Nelson Dias...
Parabéns também pelo e-mail está muito efectivo nas informaçoes.
Tenho tido um ano de altos e baixos pois o impacto do desaparecimento fisico do meu amor e companheiro Alberto Cédron ainda reverbera no meu ser...
Já comecei os primeiros movimentos para o livro e exposiçao internacional do Alberto Cédron. Tudo tomará corpo, a partir de Março, pois dentro de um mês irei ao Brasil juntar a força para este complexo trabalho que se acerca.
Há obras importantes que passaram pelMAC-Movimento Arte Contemporânea que seria muito lindo ter no livro...
Obrigada por tudo que fizeram por nós, beijinhos,
Néia pintura de Alberto Cédron

Sunday, September 9, 2007

Reabertura na nova época

O MAC -Movimento Arte Contemporânea reabre na nova época com a colectiva do 13º Aniversário 2007 nos seus dois espaços:
Rua do Sol ao Rato 9C - Lisboa
Av. Álvares Cabral -58-60 - Lisboa
tel/fax 213850789-213867215-tm 96 267 05 32

Retrospectiva de Nelson Dias




"O Corpo e o Grito"

óleo s/tela "

120.120

1986


O MAC-Movimento Arte Contemporânea vai promover uma primeira exposição retrospectiva de Nelson Dias, depois do seu desaparecimento em 1993.
A exposição “As Formas do Existir” será inaugurada a 16 de Outubro de 2007, pelas 19h e estará patente ao público até 16 de Novembro de 2007,
no espaço MAC da Av. Álvares Cabral - 58/60-Lisboa.
Nesta exposição estarão patentes obras, nas áreas de desenho e pintura, das várias fases do artista, datadas de 1967 a 1992.

S/ título//grafite s/papel //56.76


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Falar da pintura de Nelson Dias é tarefa difícil e apaixonante.
Pintor de formação sériamente académica, e digo seriamente, porque não é fácil assumi-lo em dias que correm, em épocas em que o fazer não evoca de todo o conhecimento, a capacidade e talento de quem o faz.
Na sua multifacetada capacidade como artista e pedagogo, Nelson Dias conquistou sem esforço, nem disfarce, a apreciação de fruidores e alunos.
A imensa e global tendência de interesses fez deste Artista um dos maiores criativos portugueses do sec. XX.
Como tal, e numa ”aventura” marcadamente portuguesa, foi desde sempre contestado, pelos “menores”, nos seus efémeros pedestais …
Uma série de jogos em cadeia, como os que diariamente se repetem ao nível das pseudo-culturas deste país, submergindo tudo e todos aqueles que se revelam e são, de facto, provadamente superiores, rodeou este homem, que deveria ter sido louvado em vida por todos os que com ele conviveram.

Alguns críticos souberam abordar sabiamente a sua obra, como distinta e soberana.
Falamos de Margarida Botelho, Emídio Rosa Oliveira, Isabel Carlos, Porfírio Alves Pires.
Falamos ainda de toda a critica ligada à nova banda desenhada de que Nelson Dias foi pioneiro em Portugal, com “Wânya-Escala Orongo”, cuja 2ªedição virá agora a público.
Nelson Dias deixou com o seu prematuro desaparecimento uma obra digna de ser reapreciada por quem de direito, por críticos e historiadores deste tempo, categorizados, e à sua altura e capacidade.

É, por tudo isto, que o MAC-Movimento Arte Contemporânea tem o orgulho maior eapresentar esta retrospectiva “As Formas do Existir” de parte da obra de Nelson Dias que merece de todos nós, de todas as áreas de actividade, o maior respeito e esperamos, com toda a determinação e orgulho, ter levantado a ponta do véu que cobre esta obra de tanta ingratidão e silêncio.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
http://www.alvarolobatodefaria.blogspot.com/

Thursday, August 16, 2007

1º Exposição de Artistas Plásticos Contemporâneos







" Dr Luís Simões Gomes e Dr.Luis Duarte Simões Gomes




"As artes plásticas são, desde sempre,uma parte nobre do Homem na sua riqueza e também na sua multiplicidade.
Fazem parte da cultura que todos nós apreciamos.
Concedem-nos uma dimensão que se prolonga no tempo."

- palavras da sessão de abertura na inauguração da 1ª Exposição de Artitas Plásticos Contemporâneos que ocorreu de 4 a 8 de Março de 2002 no salão nobre do IPL, numa colaboração entre aquele instituto e o MAC-Movimento Arte Contemporânea.

Monday, July 30, 2007

EM ABONO DA VERDADE...






O MAC - Movimento Arte Contemporânea, Sociedade Comercial, dedica-se à Administração e Gestão de espaços destinados ao exercício de artes plásticas e afins, Consultoria (exceptuando a jurídica ou qualquer outra que dependa de autorizações especiais) bem como à Exploração de Acontecimentos Culturais naquele mesmo âmbito.

No exercício da sua actividade, o M.A.C. promove a realização de eventos culturais, designadamente,
exposições de pintura e escultura.

Em meados do mês de Abril de 2004, o Director Coordenador do M.A.C., foi contactado para participar na realização de uma Exposição de Pintura e Escultura Contemporâneas, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo (C.C.C.A.H.) - ILHA TERCEIRA -AÇORES .

Essa Exposição realizou-se no C.C.C.A.H. entre o dia 17 de Setembro e o dia 29 de Outubro de 2004.

No referido evento foi apresentada uma Exposição Colectiva com obras de Alberto Cedrón, Alfred Opitz, António Carmo, Artur Bual, Carmo Pólvora, Cruzeiro Seixas, Figueiredo Sobral, Graciete Rosa Rosa, Hilário Teixeira Lopes, José Vicente, Juan Sánchez Lopez, Luisa Nogueira, Lurdes Leite, Manuela Pinheiro, Marília Viegas, Nuno Castelo Branco, Onik e Exposição Individual de pintura de Ricardo Paula e medalhística do Escultor Professor João Duarte.

A exposição decorreu de modo exemplar, não tendo sido registadas quaisquer situações de dano no que respeita à integridade das obras apresentadas, não obstante o facto de não ter tido muito afluência de visitantes.

Terminada a exposição, procedeu-se ao embalamento das obras de medalhística do Escultor Professor João Duarte e ao empacotamento de todas as obras apresentadas na Exposição Colectiva e na Exposição Individual de Ricardo Paula.

Regressados a Lisboa, na Sede da M.A.C., verificou-se que faltava o quadro do pintor CRUZEIRO SEIXAS, que contém as seguintes características: desenho sobre papel, dimensões de 30x20 cm, ano de 1952, cujo valor é de 8000 Euros, sem IVA incluído, constando da listagem de peças presentes na exposição.

Até à presente data, o quadro do pintor CRUZEIRO SEIXAS não foi encontrado, não obstante a realização de diligências destinadas ao apuramento das razões do desaparecimento da obra em causa.

O M.A.C. teve de proceder ao pagamento correspondente ao valor de mercado da obra em causa, ao seu respectivo proprietário, como se de uma indemnização se tratasse, uma vez que o quadro desaparecido tinha sido emprestado ao M.A.C. para valorizar a exposição em causa.

O M.A.C. encontra-se prejudicado pelas consequências derivadas do desaparecimento da obra em causa, designadamente no pagamento da quantia referida bem como na sua imagem de credibilidade, além de privado da referida obra.
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in "A UNIÃO" Angra do Heroísmo - Terceira - Açores

Quinta-Feira
Dia 02 de Agosto de 2007
reportagem de Humberta Augusto
fotos de Isabel Costa

Quadro desaparecido - Sociedade artística lesada com Centro Cultural de Angra

O Movimento Arte Contemporânea (MAC) afirma-se lesado com o Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo.O caso reporta-se a 2004, com o desaparecimento de quadro no valor de 8 mil euros que o MAC teve de reembolsar ao proprietário da obra.
Acima de tudo, o director do MAC - Movimento Arte Contemporânea de Lisboa, Álvaro Lobato de Faria, diz ter ficado com “uma mágoa muito grande” com a gestão do Centro Cultural e de Congressos de Agra do Heroísmo (CCAH).O caso remonta a 2004 quando após uma exposição de pintura e escultura contemporâneas, há o desaparecimento de um quadro cujas investigações da Polícia Judiciária local, já concluídas, revelaram-se infrutíferas.Contactado pel´ “a União”, o responsável ficou incrédulo com a conclusão, há cerca de dois meses, do trabalho policial: “qual não foi o meu espanto quando soube que o processo foi arquivado”.Álvaro Lobato de Faria é peremptório ao afirmar que “o M.A.C. encontra-se prejudicado pelas consequências derivadas do desaparecimento da obra em causa”, não só porque teve de proceder do valor da obra ao seu proprietário, um coleccionador privado, “bem como na sua imagem de credibilidade”.Estas são algumas das considerações que o responsável pela sociedade comercial de arte quis tecer publicamente, após a conclusão da investigação, através de vários blogs que faz questão em publicitar: http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/
Pintura em falta
Em meados do mês de Abril de 2004, explica em pormenor, o director Coordenador do M.A.C., foi contactado para participar na realização de uma exposição de pintura e escultura contemporâneas, no CCAH.A exposição colectiva realizou-se no C.C.C.A.H. entre o dia 17 de Setembro e o dia 29 de Outubro de 2004 tendo sido apresentada obras de Alberto Cedrón, Alfred Opitz, António Carmo, Artur Bual, Carmo Pólvora, Cruzeiro Seixas, Figueiredo Sobral, Graciete Rosa Rosa, Hilário Teixeira Lopes, José Vicente, Juan Sánchez Lopez, Luisa Nogueira, Lurdes Leite, Manuela Pinheiro, Marília Viegas, Nuno Castelo Branco, Onik e Exposição Individual de pintura de Ricardo Paula e medalhística do Escultor Professor João Duarte.“A exposição decorreu de modo exemplar, não tendo sido registadas quaisquer situações de dano no que respeita à integridade das obras apresentadas, não obstante o facto de não ter tido muito afluência de visitantes”, descreve, acrescentando que “terminada a exposição, procedeu-se ao embalamento das obras de medalhística do Escultor Professor João Duarte e ao empacotamento de todas as obras apresentadas na Exposição Colectiva e na Exposição Individual de Ricardo Paula”.“Regressados a Lisboa, na Sede da M.A.C., verificou-se que faltava o quadro do pintor Cruzeiro Seixas, que contém as seguintes características: desenho sobre papel, dimensões de 30x20 cm, ano de 1952, cujo valor é de 8000 Euros, sem IVA incluído, constando da listagem de peças presentes na exposição”.MAC indemnizouproprietárioAté à presente data, aponta, o referido quadro não foi encontrado “não obstante a realização de diligências destinadas ao apuramento das razões do desaparecimento da obra em causa”.“O M.A.C. teve de proceder ao pagamento correspondente ao valor de mercado da obra em causa, ao seu respectivo proprietário, como se de uma indemnização se tratasse, uma vez que o quadro desaparecido tinha sido emprestado ao M.A.C. para valorizar a exposição em causa”.Volvidos três anos sobre o caso, o responsável é claro: “nunca fui tão mal tratado como na ilha Terceira”.“Nunca me tinha acontecido uma situação destas”.Perante este incidente, o director do MAC desaconselha o CCAH: “não voltarei a expor no CCAH enquanto estiver à frente do centro as mesmas pessoas que estiveram na altura”.Contactada pelo nosso jornal, a vereadora da Cultura, Luísa Brasil refere lamentar o “episódio infeliz”: “nós fizemos todos os esforços para resolver essa situação” e acresce compreender que o MAC não queira expor no CCAH dadas as circunstâncias.A responsável apontou ainda que o CCAH goza de boa reputação junto da comunidade artística: “nós temos cartas de boa recomendação de muitos outros artistas”.
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Sunday, July 22, 2007

MAC na imprensa estrangeira

NIRAM ART Magazine
NIRAM ART Nº8, May 2007
Press
Art news, events & photo gallery

NIRAM ART Nº8, May 2007
MAC: O 13º Aniversário do Movimento Arte Contemporânea
Sun Jun 17 00:49:07 2007“Desenvolver um projecto é tarefa árdua que exige amplamente um esforço constante e desinteressado. Os projectos de divulgação cultural que nos propusemos, relevam da necessidade, cada vez mais premente, de cumprir missões de cidadania, missões essas que apropriam de um modo total o sentido do que é o conhecimento, neste caso, da arte como uma das formas de cultura mais abrangente de todas as raças, de todas as civilizações, de todos os tempos.Assim apostamos em constantes desafios, quer em Portugal, quer no estrangeiro, nomeadamente na via da Lusofonia. É neste campo que se situa e desenvolve o nosso projecto de trabalho, para que as reflexões simultâneas da língua portuguesa e da linguagem universal das artes se conjuguem e completem como factores de conhecimento e de progresso cultural dos povosÉ este o papel do MAC – Movimento Arte Contemporânea, que, acolhendo nos seus espaços, as várias formas de expressão daqueles que dão forma e conteúdo àquilo a que hoje chamamos” arte” : os artistas que nos seus modos vários de apresentação plástica nos permitem ver para lá dos mundos constantes e rotineiros que rodeiam o nosso quotidiano, permitindo-nos penetrar nos seus universos íntimos, contactando assim com outras realidades, porventura mais enriquecedoras.Falamos dos artistas consagrados, que na sua qualidade nos dispensamos de apresentar. E também dos jovens, com quem contamos, esperando sempre, e de cada um, o seu melhor empenho. Não pudemos deixar de referir o interesse do público que nos afirma e confirma diariamente a absoluta necessidade de divulgar a arte, papel indispensável numa sociedade empenhada no seu progresso sócio-cultural. Regozijamo-nos com a convicção de termos vindo a cumprir os nossos objectivos, que com tanto entusiasmo desde o início nos propusemos, e com o facto de ter conseguido para o MAC e para os seus artistas o lugar de destaque que hoje tem no panorama das artes plásticas.Nesta exposição, em que comemoramos o 13º aniversário do MAC – Movimento Arte Contemporânea, serão distribuídos os “MAC-2007” (peça escultórica da autoria do escultor João Duarte) com que premiaremos os artistas que nos vários níveis e escalões, mais se destacaram no MAC durante 2006/2007,bem como os órgãos de comunicação e divulgação que mais o apoiaram durante este mesmo período.”
Álvaro Lobato Faria Director Coordenador do MAC
O 13º Aniversário do Movimento Arte Contemporânea

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