créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Monday, March 31, 2008

"ESTA COR DE MEMÓRIAS FEITA"_TERESA MENDONÇA









ANIMA-CENTRO CULTURAL DE PONTA DELGADA


Pintura de TERESA MENDONÇA


"esta cor de memórias feita"


26 de Março /18 de Abril


2008


Pintora Teresa Mendonça

Dr. Álvaro Lobato de Faria apresentando a exposição "esta cor de memórias feita" de Teresa Mendonça.
na imagem:Teresa Mendonça,Dra.Berta Cabral,Presidente da C.M. de Ponta Delgada,
Dr. Decq Mota, Director do Centro Cultural de Ponta Delgada -ANIMA e Dr. José de Mello

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Exma. Sra. Dra. D. Berta Cabral
Digníssima Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada
Exmo. Sr. Dr. José Mello,
Ilustres convidados e amigos
É com grande satisfação que estou hoje aqui, como director coordenador do MAC – Movimento Arte Contemporânea, agradecendo a possibilidade de apresentar a exposição da pintora Teresa Mendonça “esta cor de memórias feita”.
Agradeço a toda a equipe do ANIMA-CULTURA que tão eficientemente se colocou ao nosso dispor.
Congratulo-vos pelo vosso indiscutível contributo para a divulgação cultural e artística dos Açores, que certamente servirá de exemplo para iniciativas similares em outras instituições públicas ou não.

O significado deste evento é o de homenagear a pintora Teresa Mendonça pelo facto de lhe ter sido atribuído o prémio MAC’2007 Revelação-Pintura, que a instituição que dirijo atribui todos os anos ao conjunto de obras e ao Artista que mais se revelou durante os anos anteriores.
O percurso desta artista justifica inteiramente a atribuição do Prémio MAC’Revelação-Pintura que este ano lhe foi conferido.
Note-se que o MAC – Movimento Arte Contemporânea em Lisboa, espaço cultural largamente reconhecido nacional e internacionalmente por todas as instituições públicas ligadas à cultura tais como: a Assembleia da República, Fundação Calouste Gulbenkian, Sociedade da Língua Portuguesa, Instituto Camões, Embaixadas e Museus, onde frequentemente o MAC tem actuado através de inúmeras palestras e exposições, com especial incidência em todos os centros culturais das embaixadas de Portugal no Mundo Lusófono e com centenas de intervenções culturais nas universidades portuguesas e estrangeiras, na Televisão , Rádio e imprensa da especialidade ,sendo o único espaço cultural que anualmente atribui os Prémios MAC à imprensa, às instituições que mais colaboraram connosco durante o ano e aos artistas que mais se destacaram com o conjunto das suas obras nos múltiplos âmbitos.
Chamamos a atenção para o facto de a concepção e execução do troféu ser sempre executada a nosso convite por um escultor de grande mérito da Galeria, Professor Catedrático Escultor João Duarte, Prémio Mundial de Medalhística, no ano de 2002, em Paris.
Sendo estes prémios: os MAC’ Mérito e Excelência, Honorário, Prestigio, CARREIRA, Pintura, Escultura, Medalhística, Joalharia, Tapeçaria, Revelação, e ainda os Prémios MAC atribuídos à Instituição e Personalidade Cultural que mais se destacou, actuando (culturalmente) em parceria com o MAC, designados por um júri bastante qualificado, que é formado por grandes mestres das várias áreas especificas e pela direcção do MAC.
Esta grande iniciativa cultural estruturada e criada por mim de há 14 anos para cá tem sempre lugar na primeira 3ªfeira do mês de Julho de cada ano, e para a qual desde já convido Vossas Excelências e todos os amigos aqui presentes a conviver connosco nesse dia.

Esta exposição que a Pintora Teresa Mendonça, nos mostra agora, na sua terra de origem e que a artista, deste modo, tanto enobrece, patenteia, de facto, um conjunto de obras que, por si só, contam e percorrem as memórias de uma artista que viveu particularmente os horizontes atlânticos destas ilhas nos seus verdes luminosos, em que o por do sol nos presenteia com maravilhosos espectáculos de cor.

Fala-nos pela incidência desta cor que transporta e assume o papel de contador de histórias vividas, de interlocutor entre a obra e o espectador.

Assim, a pintura de Teresa Mendonça é uma demonstração de profunda sensibilidade e amadurecimento.
A sua linguagem é marcada por um jogo de alusões, ocultações e associações que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto. As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Em algumas destas telas somos confrontados com o intimismo dos antigos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em planos de tons surdos onde uma ou outra estridência nos chama para um mundo onde a luz se encontra, ou encontramo-nos ainda nas sombras de uma casa, onde o fazer é o passar dos dias na nostalgia precisa de uma infância longínqua.

Um ”ser total” surge do afecto inter cromático que se nos impõe como objecto procurado na sua intencionalidade de fazer parte do nosso universo de prazeres visuais, que encontraríamos fortuitamente num campo aberto de papoilas ou num mar suposto de Iemanjá.

Estamos, assim, perante a pintura que Teresa Mendonça nos propõe e que advém de um contacto permanente, afectivo e efectivo com a plasticidade das formas e a memória das coisas e do mundo.


Colocando-nos à vossa inteira disposição, bem como aos dois espaços MAC para qualquer forma de colaboração que V Ex.as. entendam conveniente para iniciativas, dentro das nossas actividades culturais, artísticas e pedagógicas,

agradeço e cumprimento respeitosamente V. Ex.as.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea




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Pintora Maria João Franco, Dr. Álvaro Lobato de Faria e Pintora Luisa Nogueira


A pintura de Teresa Mendonça é uma demonstração de profunda sensibilidade e amadurecimento desta arte a que se dedica.

A sua linguagem plástica é marcada pela originalidade através de um jogo de alusões, ocultações e associações aparentemente sem nexo, que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto.

As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Podemos assim dizer que numa aposta constante da artista e presente em cada obra, o espírito é transmitido à matéria e dela é extraído o seu espírito numa diferença real entre o material e o espiritual.

A Arte é sempre a penetração da nova realidade, a retirada das cortinas do mundo visual e a reflexão do espaço misterioso. Não há Arte sem mistério.
Mas Teresa Mendonça não está de forma alguma ocupada com um estudo da natureza e muito menos tenta dar uma impressão óptica de uma paisagem concreta.
“Absorver-me no espaço natural” diz a artista, “ajuda-me a encontrar um espaço metafísico e alternativo”.
Ao fazer isto, o olhar sensível da artista escolhe de entre a vasta multiplicidade de linha e cores existentes, unicamente aqueles motivos orientadores que a atraem pela sua novidade e lhe suscitam vagas e excitantes associações.
A cor densa da têmpera, enquanto material que veicula a cor, parece emanar, algures de dentro, abrindo caminho através da superfície abstracta da tela branca e exigindo uma estética das relações cromáticas completamente diferentes, provocando na artista, audaciosas improvisações e fortes impulsos no seu trabalho de concentração, frente ao cavalete no seu atelier, fazendo-a elaborar obras autónomas de grande expressividade e forte intensidade criadora.
O mundo da cor vai assim ganhando forma, coincidindo com o universo artístico de Teresa Mendonça. Nele as formas do micro e do macro-mundo flúem incessantemente em conjunto e coexistem com os elementos de diferentes dimensões, volumes e planos, nas mais diversas configurações.
Uma tal composição capta inevitavelmente uma parte acidental do infinito.
De um modo semelhante a uma membrana celular, os seus trabalhos permitem-lhe levar a cabo, uma espécie de troca energética com o mundo externo.
Todas as obras deste seu ciclo, são variações do mesmo motivo paisagístico.
O cenário de tal tarefa está ligado a uma tentativa de encontrar todas as soluções possíveis para pintar uma única ideia textual através do enriquecimento da gama de associações com ecos do passado e do presente.
Nestes seus quadros o elemento de abstracção é claramente intensificado.
Teresa Mendonça, alcança os mais variados e inesperados efeitos utilizando um arsenal de meios pictóricos.
Por vezes a artista domina a massa de cores; outras vezes, é ela quem se submete à sua fúria tempestuosa.
A multiplicidade dos modos como Teresa Mendonça concebe os seus quadros, oferece-nos o testemunho da luta da artista com a tela.
Uma reincarnação mágica, parece ter lugar mesmo perante os olhos dos espectadores.
É desta capacidade de sofrer fantásticas transformações, que a massa de cores está dotada, na sua subordinação à vontade duma criadora que se chama Teresa Mendonça e cujas obras são particularmente atraentes e inimitáveis.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
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A sua linguagem plástica de Teresa Mendonça é marcada pela originalidade através de um jogo de alusões, ocultações e associações aparentemente sem nexo, que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto.

As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Podemos assim dizer que numa aposta constante da artista e presente em cada obra, o espírito é transmitido à matéria e dela é extraído o seu espírito numa diferença real entre o material e o espiritual.

Eng ºZeferino Silva
Director do MAC
Movimento Arte Contemporânea

Homenagem ao Mestre Hilário Teixeira Lopes
E a cor agarrou o espaço!

Quem olha as áreas perdidas dos espaços esquecidos, no, figurar das formas e das cores, nos equilíbrios procurados, nas ondas de luz estruturadas entre limites configurados, na experiência lúdica de encontros furtivos entre complementares que se escoam em pinceladas firmes até atingir o fim de si próprias, encontra a pintura de Teresa Mendonça.
Pintora de memórias estruturadas entre atlânticas visualizações paisagísticas e o reticulado urbanos das grandes metrópoles, o intimismo antigo dos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em telas de tons surdos onde uma ou outra estridência nos apela para o mundo onde a luz se encontra…

Pintora de memórias estruturadas apela entre atlânticas visualizações paisagísticas e o reticulado urbanos das grandes metrópoles.
Em algumas telas encontramo-nos perante o intimismo dos antigos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em planos de tons surdos onde uma ou outra estridência nos chama para o mundo onde a luz se encontra, ou encontramo-nos ainda nas sombras de uma casa, onde o fazer é o passar dos dias na nostalgia precisa de uma infância longínqua

Noutras telas, e, num jogo plástico em que a forma é imposta pela incidência da cor, estaríamos perante a pintura de um eventual ”fauve”, ou, ainda de um suposto “orfista”.
Não há um cinetismo na presença da cor. Há, sim, uma procura de equilíbrio dinâmico e estruturado através de formas intercincundantes, até que o “movimento” se pára por si, em vectores propostos entre a tela e o espectador.
Não há distanciamento na forma, não há distanciamento na cor. Nem “crises de repetitividade”.
O ”ser total” surge do afecto inter cromático que se nos impõe como objecto procurado na sua intencionalidade de fazer parte do nosso universo de prazeres visuais, que encontraríamos fortuitamente num campo aberto de papoilas ou num mar suposto de Iemanjá.
Estamos, assim, perante uma pintura que advém de um contacto permanente, afectivo e efectivo com a plasticidade e a memória das coisas e do mundo. Com o Homem e os seus Fazeres…

Lisboa, 2008
Maria João Franco
Pintora
Directora redactora de Casamarela5b & ARTS (jornal on-line)
http://www.mariajoaofranco.blogspot.com/
http://www.casamarela5b.blogspot.com/


Pintora Teresa Mendonça,Pintora Luisa Nogueira

e Dr. Álvaro Lobato de Faria,Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea




Dra. Berta Cabral ,Presidente da C. M. de Ponta Delgada e Dr. Álvaro Lobato de Faria





Ao centro,João Pedro Ambar, filho da Pintora Teresa Mendonça






Saturday, March 22, 2008

"tu não aconteces quando eu te quero"_MUSEU DA ÁGUA 18 de março de2008

Dr. Álvaro Lobato de Faria,

Director Coordenador do

MAC-Movimento Arte Contemporânea




Pintora Maria João Franco


Dra.Margarida Ruas ,Directora do Museu da Água e Dr, Álvaro Lobato de Faria
Álvaro Lobato de Faria,Director Coordenador do
MAC-Movimento Arte Contemporânea


Mestre Hilário Teixeira Lopes


Dra.Joana Gomes e Dr.Luís Costa


Dr. Álvaro Lobato Faria e a Fotógrafa Rosa Reis


Dr. Álvaro Lobato de Faria ,

Dr. Virgil Mihaiu ,Presidente do Instituto Cultural Romeno


e a Fotógrafa Rosa Reis

Ao fundo Dr. João Abreu com a Pintora Teresa Mendonça
em primeiro plano Pintor Hilário Teixeira Lopes(de costas)
Pintora Luisa Nogueira e Dr. Álvaro Lobato de Faria

Thursday, March 20, 2008

Colaboração com o Museu da Água "tu não aconteces quando eu te quero"




Ao longo de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantendo-se, no essencial, fiel a si mesma.Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro.Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e autora.

No envolvimento cálido e terno nas pinturas que figuram a nossa condição, e que confere harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano, sabe-se a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal universo imagético.O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.

Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.

Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.

A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.

A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.

Em “tu não aconteces, quando eu te quero” título da exposição que agora nos apresenta no MUSEU DA ÀGUA, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, nova uma conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que ele ocupe um significativo lugar na excelente pintura que Maria João Franco vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o grande talento e sobretudo a surpreendente qualidade técnica e criativa desta grande artista das artes plásticas do nosso país.

Álvaro Lobato de Faria

Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea

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Tu não aconteces, quando eu te quero.


A obra de Maria João Franco é talvez o último reduto de sensualidade neste mundo cada vez mais individualista e asséptico.

É pura poesia que habita na tela, na construção da cor e verbo — na palavra que é indissociável da obra final.Mais do que uma linguagem estética e uma metalinguagem através da palavra a artista criou uma translinguistica que contempla ambas.

Uma translinguististica sobre o amor, sobre o corpo, sobre a sensualidade, sobre nós e sobre como nos relacionamos no tocar da pele, sobre o respeito no fogo do prazer, sobre a sacralidade da água que escorre de nós no extâse.

“Tu não aconteces, quando eu te quero” é uma exposiçãosobre a dádiva e a negação no amor.

Porque quando amamos e queremos e o outro ser não acontece, morre um pedaço de nós.Ensombra-se a claridade do amor puro e pára o movimento para a frente que o distingue.A Maria João Franco pinta esse jogo de claridade e sombra dos corpos e das almas, conhece dimensões imperceptíveis do amor e estuda o Mistério.

Fala-nos de mulheres e homens que não se contentam em ser comuns e tentam ser Deus.


Agradeço à Maria João Franco a reverência do amor e a sua arte belíssima
e ao Álvaro Lobato de Faria o desafio permanente de unir e de desenvolver.

Margarida Ruas Gil Costa
Directora do Museu da Água

Sunday, March 9, 2008

Colaboração com o MUSEU DA ÁGUA




Em estreita colaboração com o Museu da Água da EPAL, o director coodenador do MAC-Movimento arte Contemporânea, Álvaro Lobato de Faria, organiza a exposição de pintura de Maria João Franco,





"tu não aconteces, quando eu te quero",



que faz parte de um projecto mais amplo da pintora , que se prolongará numa outra mostra, em Abril e Maio de 2008 no espaço MAC.



press release


tu não aconteces, quando eu te quero
não falas ainda, quando eu te escuto.
tu não dizes, quanto eu te encontro.

Tempos passados de saber sentido
Tempos esquecidos de saber sofrido
Não sabes ainda quanto eu te entendo.

Maria João Franco
Março 2008


Numa pesquisa, aliada a uma auto reflexão constante do ser/estar criado e recriado, ainda que numa atmosfera imersa, paradigma de todas as realizações encontradas, e não…
Que o título das duas exposições: “tu não aconteces, quando eu te quero” denuncia já a busca incessante do encontro efectivo e afectivo com a “coisa” amada.
O universo plástico em que me situo denuncia-se pelo equívoco meio das ilusões em que as leituras várias se sobrepõem deixando ao espectador o disfarce amplo para as múltiplas e constantes leituras.
“tu não dizes, quanto eu te encontro” negação aparente de dialogo com a ”coisa” em que o “quanto” nega ainda o dar a conhecer a infinidade das possibilidades dele mesmo.
“não sabes ainda quanto eu te entendo” é o passo anunciado para a próxima realização em que o acto está já contido no “tu não te encontras, quando eu te quero” : -impossibilidade de simultaneidade de actos e realizações de ser e estar afectivo e efectivo.
Poema/projecto de formalização autobiográfica e plástica, “tu não aconteces, quando eu te quero” tem lugar no Museu da Água da EPAL, Galeria das Bombas em 18 de Março a 19 Abril e de 29 de Abril a 30 de Maio no MAC-Movimento Arte Contemporânea, em Lisboa.

Maria João Franco
8 de Março de 2008 ,Lisboa

Tuesday, February 19, 2008

Exposições_MAC



O MAC-Movimento Arte Contemporânea

convida V.Ex.as para a inauguração

da exposição de

HILÁRIO TEIXEIRA LOPES


"DO MEU TRATO EXPANSIVO"


no seu espaço da AV.Álvares Cabral 58/60

no dia 4 de Março

pelas 19 horas














e da exposição

COLECTIVA MAC'2008
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na Rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa.

As exposições estarão patentes de

4 a 28 de março de 2008

com o horário seguinte:

segunda a sexta das 13 às 20 horas

sábados ,das 15 às 19 horas

domingos,por marcação

tm 962670532
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Sunday, February 17, 2008

HILÁRIO TEIXEIRA LOPES_PINTURA

Inaugura no próximo dia 4 de Março,
pelas 19 horas no

MAC-Movimento Arte Contemporânea,
no seu espaço da Av. Álvares Cabral ,58-60
a Exposição de Pintura de Hilário Teixeira Lopes


"DO MEU TRATO EXPANSIVO "






Saturday, December 29, 2007

Exposições_MAC

pintura de Maria João Franco

COLECTIVA MAC' 2007/2008

MAC-Movimento Arte Contemporânea
Av. Álvares Cabral ,58-60 Lisboa
Rua do Sol ao Rato ,9C Lisboa
2ª a 6ª das 13h às 20h
sábado das 15h às 19h
domingo,por marcação
96 267 05 32