créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Sunday, May 25, 2008

Roberto Chichorro :: "tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá"





O MAC-Movimento de Arte Contemporânea



convida para a exposição de



ROBERTO CHICHORRO



"TEMPO DE NOIVAMENTOS



COM FLORES DE SER JACARANDÁ"



que inaugura no dia 3 de Junho de 2008, pelas 19h.



na Av. Álvares Cabral 58/60 em Lisboa.




Roberto Chichorro situa-nos no exacto lugar entre a pintura e a poesia. A sua africanidade é a sua estética e poética, o seu fundamento e a sua inspiração longínqua.
Revela-nos as memórias da alma num horizonte temporal pressentido, muito para alem da magia do sonho possível.
A pintura de Roberto Chichorro contem-se num tempo essencial, espacial e rítmico de um “eros” onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências africanas, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia.
Por invisíveis elos que se estabeleçam entre as telas analisadas, uma inter conexão de sentidos, cuja interpretação faz aflorarem significados submersos, inscritos no inconsciente histórico dos contextos sociais onde se geraram as obras do pintor.
Na pintura de Roberto Chichorro, cores, sons, formas harmonizam-se de forma a criar um universo poético que se exprime também pelos títulos das telas, através dos quais se envolve na matéria da poesia. O onirismo pictórico das obras de Chichorro dialoga com uma poética “chagaliana”, entre a impossibilidade do possível onde os sonhos reconhecidamente se revelam pela sua constância.
Não poderemos deixar de reconhecer, assim, na sua obra certos aspectos europeizantes, não deixando nunca de revelar, apesar disso, também a memória do seu país natal e da sua infância passada.
As telas de Roberto Chichorro apreendem para alem e apesar do seu cromatismo, os sonhos destruídos pela exigência da história do seu país que os homens quiseram escrever.
Revelará ainda a pintura de Chichorro, alegoricamente, momentos reprimidos do outrora, na tristeza dos olhares, na negritude das sombras e dos rostos em que se repete a desconfiança e o medo, contidos porem num erotismo onde uma capacidade narrativa apela a uma poética dimensional do “eros”.
Assim, entre o medo e o sonho, Roberto Chichorro recupera a história, numa perspectiva de reconstrução do amor e do sonho, onde se fundam e fundem os eternos luares.




Álvaro Lobato de Faria


Director coordenador do MAC


Zeferino Silva


Director do MAC






Continua na Rua do Sol ao Rato 9C a exposição de


MARIA JOÃO FRANCO


"tu não aconteces, quando eu te quero"




::::::::::


Av. Álvares Cabral, 58/60, Lisboa




Rua do Sol ao Rato 9 C, Lisboa




telf/fax :: 21 385 07 89




telf :: 21 386 72 15




tm :: 96 267 05 32


horário:: segunda a sexta das 13h às 20h,


sabado,das 15 às 19 h



domingos por marcação - tm::96 267 05 32




A mostra estará patente até 27 de Junho de 2008

Thursday, May 22, 2008

MAC||Maria João Franco::"tu não aconteces,quando eu te quero"


Vai estar patente nos dois espaços MAC,
até 30 de Maio de 2008
a exposição de
Maria João Franco

"tu não aconteces, quando eu te quero"
Esta mostra pode ser visitada de segunda a sexta,das 13h às 20h
sábado,das 15h às 19h
e domingos por marcação tm 96 267 05 32
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato 9c,Lisboa
tel/fax :: 21 385 07 89
tm :: 96 267 05 32
Av.Álvares Cabral,58/60 Lisboa
telf :: 21 386 72 15
galeriamac@sapo.pt
galeriamac@mail.telepac.pt

Sunday, May 11, 2008

"tu não aconteces, quando eu te quero"

Dr.Álvaro Lobato de Faria

Pintora Maria João Franco


Primeiras reacções à exposição


"tu não aconteces,quando eu te quero"

de Maria João Franco


de quem muito o MAC se orgulha



Comentários para:





"tu não aconteces,quando eu te quero"



Ao ler estas imagens, Maria João,regredi ao passado dos meus 15 anos... Agora, com 46, continuo...Parabéns!



Sou Alzira Lima, e me confesso:

que dor esta de não ser capaz de brilhar as minhas palvras com imagem?

Que pincel não se agarra em minha mão?

10 Maio 2008


:::::::::::::::


ANA BERNACCHI disse...
ADOREI


Trabalho forte e leve, com tonalidades etéreas, e cheias de emoção. Não pode deixar de ser vista, essa produção de competência e virtuosismo.

PARABÉNS

ANA BERNACCHI

Escultora e Critica de Arte

BRASIL


::::::::::


João Abreu disse...
Querida Maria João Franco, antes de mais nada, os meus mais profundos Agradecimentos por tanto! Parabéns Mestre!... Bem haja por tudo que faz pelas Artes Plásticas do seu País! Parabéns ao MAC na pessoa do nosso Patrono Prof Dr Álvaro Lobato de Faria e Eng Zeferino. Parabéns a todos qts integram o MAC. A Mestre mais uma vez gratificou uma Nação com uma exposição onde assentam os valores Plásticos arrancados da Alma, cozinhados num Conhecimento Filosófico e Cultural da observação e, técnica plástica ímpar. Não não Maria João, não exagero não. Das Obras que me foi grato observar e que fez o favor de me honrar enviando-me via net, fiquei estático e em silêncio. Colhi delas toda a conduta num percurso elevadíssimo para que se torne Evolução e Crescimento até se atingir o imparável. O encontro ou pelo menos o roçar do corpo com o espirito. Uma Obra da Maria João Franco é esse Percurso. Obrigado por tanto me dar. E é nessa Nobre Humildade que se recebe por tanto entregar ao Conhecimento e Estudo da coorelacção do Existir!... Um beijo de gratidão do João Abreu

Pintor


:::::::::::::


Maria João

Estou aqui, ainda enlevada pela beleza da tua pintura e o encanto do poema que está no press release.
Tocou-me a alma.
Parabéns pelo merecido sucesso.
Estás sempre no meu coração.

Shirley Carreira

Professora Catedrática

Universidade de Letras do Rio de Janeiro


::::::::::::::::::::::::

Saturday, April 19, 2008

Maria João Franco "tu não aconteces ,quando eu te quero"

CONVITE
___________


Em continuação do projecto apresentado no Museu da Água ,em Lisboa por

Maria João Franco ,
MAC-Movimento Arte Contemporânea
vai inaugurar a mostra daquela artista com novas obras,
subordinada ao mesmo tema,
"tu não aconteces quando eu te quero"
no dia 6 de Maio de 2008
pelas 19 horas.
A mostra estará patente nos dois espaços MAC até 30 de Maio de 2008
Rua do Sol ao Rato,9C
1250-207 Lisboa
telf/fax 21 385 07 89
tm:96 267 05 32


Av.Álvares Cabral 58-60
1250-072 Lisboa
telf: 21 386 72 15
tm:: 96 267 05 32
horário::segunda a sexta das 13 às 20 horas,
aos sábados das 15 às 19 horas
e Domingos e feriados por marcação
tm::96 267 05 32.
____________________________


Maria João Franco
Nasceu em Leiria em 1945. Tem o curso de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa.
Frequentou o curso de Arquitectura de Belas Artes do Porto.
Comenda e Medalha de Mérito e Cultura atribuído pela Associação de Artistas Plásticos e Desenho Brasileiros.
Desde 1982, participou em várias exposições colectivas e, a partir de 1985, realizou diversas exposições individuais quer em Portugal quer no estrangeiro.
Em 1997 executou um cartão de tapeçaria para Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, cujo 1º exemplar faz parte do acervo do Sr. Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.
Fez parte do júri do concurso “32 Jovens Pintores” com o Alto patrocínio da Presidência da República Portuguesa integrado nas Comemorações do 10 de Junho de 2000-Dia de Portugal.
Trabalha como artista convidada em cerâmica artística na Keramos – Condeixa.
Convidada pela Foundation for the Support of Monestery Bentlage para participar no
International Summer Workshop em Rheine – Alemanha Agosto 2005.
Em 2005 executa um painel alusivo a “O Motim” de Miguel Franco inserido no Teatro Miguel Franco em Leiria.
Funda em 2006 o jornal on-line “Casamarela5b & ARTS” em homenagem ao Pintor Nelson Dias.
www.casamarela5b.com
Está em estreita colaboração com as actividades culturais e artísticas do MAC-Movimento Arte Contemporânea, Lisboa.
Prémios:
1987 – Prémio de edição na “IV Exposição Nacional de Gravura” – Gravura/Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; / 1º Prémio do concurso de Gravura Integrado no Ano Europeu do Ambiente - Setúbal/Beauvais; /2006- Prémio MAC’2006 Carreira – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /2007- Premio MAC’2007 Prestígio – MAC- Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /
Representações:
Está representada nas seguintes instituições: Museu de Setúbal; Cooperativa dos Gravadores Portugueses, Gravura em Lisboa; Colecção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Museu Armindo Teixeira Lopes, Mirandela; acervo da C.M. Lisboa, Coimbra, Amadora e Abrantes; colecções particulares em Portugal, Itália, Espanha, França, Suíça, Brasil, EUA e Holanda.
_______________

"planeta dos macacos"
tecn mista s/tela
100x1500
2007
texto do catálogo
Ao longo de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantendo-se, no essencial, fiel a si mesma.
Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.
A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro.
Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e autora.
No envolvimento cálido e terno nas pinturas que figuram a nossa condição, e que confere harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano, sabe-se a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal universo imagético.
O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.
Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.
Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.
A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.
As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.
A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente
Em “tu não aconteces, quando eu te quero” título da exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, nova uma conquista, um constante enriquecimento.
O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que ele ocupe um significativo lugar na excelente pintura que Maria João Franco vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o grande talento e sobretudo a surpreendente qualidade técnica e criativa desta grande artista das artes plásticas do nosso país.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
_____________
press release

tu não aconteces, quando eu te quero
não falas ainda, quando eu te escuto.
tu não dizes, quanto eu te encontro.

Tempos passados de saber sentido
Tempos esquecidos de saber sofrido
Não sabes ainda quanto eu te entendo.

Numa pesquisa, aliada a uma auto reflexão constante do ser/estar criado e recriado, ainda que numa atmosfera imersa, paradigma de todas as realizações encontradas, e não…
Que o título da exposição: “tu não aconteces, quando eu te quero” denuncia já a busca incessante do encontro efectivo e afectivo com a “coisa” /”pessoa” amada.
O universo plástico em que me situo denuncia-se pelo equívoco meio das ilusões em que as leituras várias se sobrepõem deixando ao espectador o disfarce amplo para as múltiplas e constantes leituras.
“tu não dizes, quanto eu te encontro” negação aparente de diálogo com a ”coisa” em que o “quanto” nega ainda o dar a conhecer a infinidade das possibilidades dele mesmo.
“não sabes ainda quanto eu te entendo” é o passo anunciado para a próxima realização em que o acto está já contido no “tu não te encontras, quando eu te quero” ,impossibilidade de simultaneidade de actos e realizações de ser e estar afectivo e efectivo.
Poema/projecto de formalização autobiográfica e plástica, “tu não aconteces, quando eu te quero” tem agora lugar no MAC-Movimento Arte Contemporânea a 6 de maio de 2008 .
Maria João Franco
Lisboa, Abril/2008

Tuesday, April 1, 2008

MAC||MUSEU DA ÁGUA_Maria João Franco

Maria João Franco
"tu não aconteces quando eu te quero"

numa colaboração entre o
MAC-Movimento Arte Contemporânea Museu da Água

até 19 de Abril de 2008
____
MUSEU DA ÁGUA
ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DOS BARBADINHOS
Travessa do Alviela,12_Lisboa
Entrevista com a Pintora,no CARTAZ DAS ARTES_TVI,10 de Abril de 2008






____________________________________________________________________
________________________________________
Esta exposição está patente até 19 de Abril de 2008

"Uns e os Outros"_Porfírio Alves Pires|| Hilário Teixeira Lopes_"do meu trato expansivo"

MOVIMENTO ARTE CONTEMPORÂNEA


HILÁRIO TEIXEIRA LOPES
" do meu trato expansivo"

___a visitar até___


até 30 de Abril de 2008


Av. Álvares Cabral 58-60,Lisboa

A entrevista do Pintor no CARTAZ DAS ARTES_TVI
5ª feira,3 de Abril


PORFÍRIO ALVES PIRES

"Uns e os Outros"


Rua do Sol ao Rato 9C ,em Lisboa


com inauguração a 3 de Abril de 2008, pelas 19 horas.

Esta mostra encerra a 30 de Abril de 2008.

______horário______

de segunda a sexta das 13 às 20 horas,

sábados das 15 às 19 horas

domingos por marcação tm:962670532

__________________

Monday, March 31, 2008

"ESTA COR DE MEMÓRIAS FEITA"_TERESA MENDONÇA









ANIMA-CENTRO CULTURAL DE PONTA DELGADA


Pintura de TERESA MENDONÇA


"esta cor de memórias feita"


26 de Março /18 de Abril


2008


Pintora Teresa Mendonça

Dr. Álvaro Lobato de Faria apresentando a exposição "esta cor de memórias feita" de Teresa Mendonça.
na imagem:Teresa Mendonça,Dra.Berta Cabral,Presidente da C.M. de Ponta Delgada,
Dr. Decq Mota, Director do Centro Cultural de Ponta Delgada -ANIMA e Dr. José de Mello

______________________________________



Exma. Sra. Dra. D. Berta Cabral
Digníssima Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada
Exmo. Sr. Dr. José Mello,
Ilustres convidados e amigos
É com grande satisfação que estou hoje aqui, como director coordenador do MAC – Movimento Arte Contemporânea, agradecendo a possibilidade de apresentar a exposição da pintora Teresa Mendonça “esta cor de memórias feita”.
Agradeço a toda a equipe do ANIMA-CULTURA que tão eficientemente se colocou ao nosso dispor.
Congratulo-vos pelo vosso indiscutível contributo para a divulgação cultural e artística dos Açores, que certamente servirá de exemplo para iniciativas similares em outras instituições públicas ou não.

O significado deste evento é o de homenagear a pintora Teresa Mendonça pelo facto de lhe ter sido atribuído o prémio MAC’2007 Revelação-Pintura, que a instituição que dirijo atribui todos os anos ao conjunto de obras e ao Artista que mais se revelou durante os anos anteriores.
O percurso desta artista justifica inteiramente a atribuição do Prémio MAC’Revelação-Pintura que este ano lhe foi conferido.
Note-se que o MAC – Movimento Arte Contemporânea em Lisboa, espaço cultural largamente reconhecido nacional e internacionalmente por todas as instituições públicas ligadas à cultura tais como: a Assembleia da República, Fundação Calouste Gulbenkian, Sociedade da Língua Portuguesa, Instituto Camões, Embaixadas e Museus, onde frequentemente o MAC tem actuado através de inúmeras palestras e exposições, com especial incidência em todos os centros culturais das embaixadas de Portugal no Mundo Lusófono e com centenas de intervenções culturais nas universidades portuguesas e estrangeiras, na Televisão , Rádio e imprensa da especialidade ,sendo o único espaço cultural que anualmente atribui os Prémios MAC à imprensa, às instituições que mais colaboraram connosco durante o ano e aos artistas que mais se destacaram com o conjunto das suas obras nos múltiplos âmbitos.
Chamamos a atenção para o facto de a concepção e execução do troféu ser sempre executada a nosso convite por um escultor de grande mérito da Galeria, Professor Catedrático Escultor João Duarte, Prémio Mundial de Medalhística, no ano de 2002, em Paris.
Sendo estes prémios: os MAC’ Mérito e Excelência, Honorário, Prestigio, CARREIRA, Pintura, Escultura, Medalhística, Joalharia, Tapeçaria, Revelação, e ainda os Prémios MAC atribuídos à Instituição e Personalidade Cultural que mais se destacou, actuando (culturalmente) em parceria com o MAC, designados por um júri bastante qualificado, que é formado por grandes mestres das várias áreas especificas e pela direcção do MAC.
Esta grande iniciativa cultural estruturada e criada por mim de há 14 anos para cá tem sempre lugar na primeira 3ªfeira do mês de Julho de cada ano, e para a qual desde já convido Vossas Excelências e todos os amigos aqui presentes a conviver connosco nesse dia.

Esta exposição que a Pintora Teresa Mendonça, nos mostra agora, na sua terra de origem e que a artista, deste modo, tanto enobrece, patenteia, de facto, um conjunto de obras que, por si só, contam e percorrem as memórias de uma artista que viveu particularmente os horizontes atlânticos destas ilhas nos seus verdes luminosos, em que o por do sol nos presenteia com maravilhosos espectáculos de cor.

Fala-nos pela incidência desta cor que transporta e assume o papel de contador de histórias vividas, de interlocutor entre a obra e o espectador.

Assim, a pintura de Teresa Mendonça é uma demonstração de profunda sensibilidade e amadurecimento.
A sua linguagem é marcada por um jogo de alusões, ocultações e associações que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto. As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Em algumas destas telas somos confrontados com o intimismo dos antigos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em planos de tons surdos onde uma ou outra estridência nos chama para um mundo onde a luz se encontra, ou encontramo-nos ainda nas sombras de uma casa, onde o fazer é o passar dos dias na nostalgia precisa de uma infância longínqua.

Um ”ser total” surge do afecto inter cromático que se nos impõe como objecto procurado na sua intencionalidade de fazer parte do nosso universo de prazeres visuais, que encontraríamos fortuitamente num campo aberto de papoilas ou num mar suposto de Iemanjá.

Estamos, assim, perante a pintura que Teresa Mendonça nos propõe e que advém de um contacto permanente, afectivo e efectivo com a plasticidade das formas e a memória das coisas e do mundo.


Colocando-nos à vossa inteira disposição, bem como aos dois espaços MAC para qualquer forma de colaboração que V Ex.as. entendam conveniente para iniciativas, dentro das nossas actividades culturais, artísticas e pedagógicas,

agradeço e cumprimento respeitosamente V. Ex.as.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea




________________________________


Pintora Maria João Franco, Dr. Álvaro Lobato de Faria e Pintora Luisa Nogueira


A pintura de Teresa Mendonça é uma demonstração de profunda sensibilidade e amadurecimento desta arte a que se dedica.

A sua linguagem plástica é marcada pela originalidade através de um jogo de alusões, ocultações e associações aparentemente sem nexo, que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto.

As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Podemos assim dizer que numa aposta constante da artista e presente em cada obra, o espírito é transmitido à matéria e dela é extraído o seu espírito numa diferença real entre o material e o espiritual.

A Arte é sempre a penetração da nova realidade, a retirada das cortinas do mundo visual e a reflexão do espaço misterioso. Não há Arte sem mistério.
Mas Teresa Mendonça não está de forma alguma ocupada com um estudo da natureza e muito menos tenta dar uma impressão óptica de uma paisagem concreta.
“Absorver-me no espaço natural” diz a artista, “ajuda-me a encontrar um espaço metafísico e alternativo”.
Ao fazer isto, o olhar sensível da artista escolhe de entre a vasta multiplicidade de linha e cores existentes, unicamente aqueles motivos orientadores que a atraem pela sua novidade e lhe suscitam vagas e excitantes associações.
A cor densa da têmpera, enquanto material que veicula a cor, parece emanar, algures de dentro, abrindo caminho através da superfície abstracta da tela branca e exigindo uma estética das relações cromáticas completamente diferentes, provocando na artista, audaciosas improvisações e fortes impulsos no seu trabalho de concentração, frente ao cavalete no seu atelier, fazendo-a elaborar obras autónomas de grande expressividade e forte intensidade criadora.
O mundo da cor vai assim ganhando forma, coincidindo com o universo artístico de Teresa Mendonça. Nele as formas do micro e do macro-mundo flúem incessantemente em conjunto e coexistem com os elementos de diferentes dimensões, volumes e planos, nas mais diversas configurações.
Uma tal composição capta inevitavelmente uma parte acidental do infinito.
De um modo semelhante a uma membrana celular, os seus trabalhos permitem-lhe levar a cabo, uma espécie de troca energética com o mundo externo.
Todas as obras deste seu ciclo, são variações do mesmo motivo paisagístico.
O cenário de tal tarefa está ligado a uma tentativa de encontrar todas as soluções possíveis para pintar uma única ideia textual através do enriquecimento da gama de associações com ecos do passado e do presente.
Nestes seus quadros o elemento de abstracção é claramente intensificado.
Teresa Mendonça, alcança os mais variados e inesperados efeitos utilizando um arsenal de meios pictóricos.
Por vezes a artista domina a massa de cores; outras vezes, é ela quem se submete à sua fúria tempestuosa.
A multiplicidade dos modos como Teresa Mendonça concebe os seus quadros, oferece-nos o testemunho da luta da artista com a tela.
Uma reincarnação mágica, parece ter lugar mesmo perante os olhos dos espectadores.
É desta capacidade de sofrer fantásticas transformações, que a massa de cores está dotada, na sua subordinação à vontade duma criadora que se chama Teresa Mendonça e cujas obras são particularmente atraentes e inimitáveis.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
____________________________
A sua linguagem plástica de Teresa Mendonça é marcada pela originalidade através de um jogo de alusões, ocultações e associações aparentemente sem nexo, que apela à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se fizesse parte desse mundo ali proposto.

As suas telas mostram exercícios de criação cromática, dos quais uns derivam de sistemas de aprendizagem e outros do próprio comportamento emocional da artista com a pintura, verdadeiramente demonstrativo do empenho, do ensaio e da vontade com que Teresa Mendonça enfrenta a intimidade do espaço, da cor e da luz, na ânsia de repensar a arte e o refazer artístico.

Podemos assim dizer que numa aposta constante da artista e presente em cada obra, o espírito é transmitido à matéria e dela é extraído o seu espírito numa diferença real entre o material e o espiritual.

Eng ºZeferino Silva
Director do MAC
Movimento Arte Contemporânea

Homenagem ao Mestre Hilário Teixeira Lopes
E a cor agarrou o espaço!

Quem olha as áreas perdidas dos espaços esquecidos, no, figurar das formas e das cores, nos equilíbrios procurados, nas ondas de luz estruturadas entre limites configurados, na experiência lúdica de encontros furtivos entre complementares que se escoam em pinceladas firmes até atingir o fim de si próprias, encontra a pintura de Teresa Mendonça.
Pintora de memórias estruturadas entre atlânticas visualizações paisagísticas e o reticulado urbanos das grandes metrópoles, o intimismo antigo dos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em telas de tons surdos onde uma ou outra estridência nos apela para o mundo onde a luz se encontra…

Pintora de memórias estruturadas apela entre atlânticas visualizações paisagísticas e o reticulado urbanos das grandes metrópoles.
Em algumas telas encontramo-nos perante o intimismo dos antigos espaços musicados onde as melodias se escoam e ecoam em planos de tons surdos onde uma ou outra estridência nos chama para o mundo onde a luz se encontra, ou encontramo-nos ainda nas sombras de uma casa, onde o fazer é o passar dos dias na nostalgia precisa de uma infância longínqua

Noutras telas, e, num jogo plástico em que a forma é imposta pela incidência da cor, estaríamos perante a pintura de um eventual ”fauve”, ou, ainda de um suposto “orfista”.
Não há um cinetismo na presença da cor. Há, sim, uma procura de equilíbrio dinâmico e estruturado através de formas intercincundantes, até que o “movimento” se pára por si, em vectores propostos entre a tela e o espectador.
Não há distanciamento na forma, não há distanciamento na cor. Nem “crises de repetitividade”.
O ”ser total” surge do afecto inter cromático que se nos impõe como objecto procurado na sua intencionalidade de fazer parte do nosso universo de prazeres visuais, que encontraríamos fortuitamente num campo aberto de papoilas ou num mar suposto de Iemanjá.
Estamos, assim, perante uma pintura que advém de um contacto permanente, afectivo e efectivo com a plasticidade e a memória das coisas e do mundo. Com o Homem e os seus Fazeres…

Lisboa, 2008
Maria João Franco
Pintora
Directora redactora de Casamarela5b & ARTS (jornal on-line)
http://www.mariajoaofranco.blogspot.com/
http://www.casamarela5b.blogspot.com/


Pintora Teresa Mendonça,Pintora Luisa Nogueira

e Dr. Álvaro Lobato de Faria,Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea




Dra. Berta Cabral ,Presidente da C. M. de Ponta Delgada e Dr. Álvaro Lobato de Faria





Ao centro,João Pedro Ambar, filho da Pintora Teresa Mendonça