créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Tuesday, July 8, 2008

Exposição Colectiva do 14º Aniversário MAC

Alberto Gordillo
S/ Título; Acrílico; 37x32cm; 2008

Albino Moura
As Musas de Picasso; Óleo s/ tela; 35x65cm; 2008

Alfred Opitz
A Criadora; Téc. mista s/ tela; 80x80cm; 2007


António Carmo
No atelier com Lempicka
Óleo s/ tela; 40x30cm; 2008


Artur Bual
S/ Título; Téc. mista s/ tela
85x60cm; 1976


Figueiredo Sobral
O Nascimento de Afrodite
Aguarela; 2001


Gil Teixeira Lopes
Intimidades IV; Óleo s/ tela; 97x130cm


Hilário Teixeira Lopes
Da coloratura multi-direccionalmente expansiva
Acrílico s/ tela; 130x162cm; 2003


João Duarte
96 segundos demorados; bronze; 82x31x67cm; 2006


Lourdes Leite
Incursões - Rafael; Óleo s/ tela; 100x100cm, 2008


Luísa Nogueira
A Vertigem do Angariador de Tragédias
Óleo s/ tela; 70x60cm; 2008

Manuela Pinheiro
Casario I; Óleo s/ tela; 100x155cm, 2008


Maria João Franco
O Motim
Téc. mista s/ tela; 147x100cm; 2008

Marília Viegas
Cidades Muralhadas IV; Téc. mista s/ tela; 100x100cm
2007

Matilde Marçal
Ambiência III; Óleo s/ tela; 117x90cm; 2006


Miguel Barros
O Caos das Colunas
Téc. mista s/ tela; 250x150cm; 2007

Nelson Dias
O Corpo e o Grito; Óleo s/ tela; 110x110cm; 1982

Porfírio Alves
A Mulher e a Árvore
Óleo s/ tela; 107x61cm; 2008

Ricardo Paula
Tão Tarde; Téc. mista s/ tela; 100x80cm
1998

Roberto Chichorro
Sapato Cor de Rosa para Dia de Casamento
Óleo s/ tela; 120x90cm; 2008

Teresa Mendonça
O Caos; Téc. mista s/ tela; 120x80cm
2008


* existem mais obras destes e de outros artistas em acervo


Joalharia - Alberto Gordillo

Colar em prata,ágata e lápis lazuli
Colar em prata e lápis lazuli

Alfinete de peito em onix e madrepérola
Alfinete de peito em jaspe e quartzo de ametista


Colar em prata, ágata, onix e sudalite
* existem mais peças em exposição


Friday, June 20, 2008

14ºAniversário MAC 2008::CONVITE






Desenvolver um projecto é sempre uma tarefa árdua que exige amplamente esforços constantes e desinteressados.

Os projectos de divulgação cultural que nos propusemos, relevam da necessidade cada vez mais premente, numa sociedade em que os valores se “alternizam” em favor da dispersão e de aculturações maiores, de cumprir missões de cidadania. Missões essas que apropriam de um modo total o sentido do que é o conhecimento, neste caso da arte como a forma de cultura mais abrangente e globalizante, de todas as raças, de todas as civilizações, de todos os credos, de todos os tempos.

Assim apostamos em constantes desafios, quer em Portugal, quer no estrangeiro, nomeadamente na via da Lusofonia.

É neste campo que se situa e desenvolve o nosso projecto de trabalho, para que as reflexões simultâneas da língua portuguesa e da linguagem universal das artes se conjuguem e completem como factores de conhecimento e de progresso cultural dos povos.

É este o papel do MAC – Movimento Arte Contemporânea, que acolhendo nos seus espaços, as várias formas de expressão daqueles que dão forma e conteúdo àquilo a que hoje chamamos ”arte”, os artistas que nos seus modos vários de apresentação plástica nos deixam ver para lá dos mundos constantes e rotineiros que rodeiam o nosso quotidiano, permitindo-nos penetrar nos seus universos íntimos, contactando assim com outras realidades, porventura mais enriquecedoras.

Falamos dos artistas consagrados, que na sua qualidade nos dispensamos de apresentar, e também dos jovens, com quem contamos, esperando sempre e de cada um, o seu melhor empenho.

Todos os trajectos se retraem por vezes por alguns escolhos, divergências e desistências. O MAC, como equipa, teve e tem essa experiência. Daqueles que se desviam dos caminhos que pensámos trilhar em conjunto, preferindo virar as costas em silêncio. À cobardia e incoerência dos seus actos responderemos com mais e mais perseverança, procurando tornar cada vez mais profícuo e fecundo o empenho em novos e apaixonantes projectos, sempre e constantemente renovados.

Não podemos deixar de referir o interesse do público que nos afirma e confirma diariamente a absoluta necessidade de divulgar a arte, papel indispensável numa sociedade que se quer empenhada no seu progresso sócio-cultural. Cabe-nos como agentes de cultura, que privilegiamos ser, um papel fundamental de divulgação da arte através dos artistas com que trabalhamos e que abnegadamente se põem ao dispor de todos para a consecução real e eficaz dos projectos que se sucedem.

Regozijamo-nos com a convicção de termos vindo a cumprir os nossos objectivos, que com tanto entusiasmo desde o início nos propusemos, e com o facto de ter conseguido para o MAC e para os seus artistas o lugar de destaque que hoje tem no panorama das artes plásticas.

Nesta exposição em que comemoramos o 14º aniversário do MAC – Movimento Arte Contemporânea, serão atribuídos os “MAC2008” (peça escultórica da autoria do Professor Escultor João Duarte), aos artistas que nos vários níveis e escalões, mais se destacaram no MAC durante 2007/2008, bem como aos órgãos de comunicação e divulgação, instituições e personalidades particulares ou colectivas, que mais o apoiaram durante este mesmo período.

A todos os que connosco têm interiorizado estes projectos de trabalho, sem os quais o todo social se empobrece, e se têm rejubilado com esta nossa caminhada, deixamos o convite para que se juntem, à nossa festa, a festa da arte!
Dedicamo-vos, sempre, estes eventos com toda a amizade.

Álvaro Lobato Faria
Director Coordenador do MAC
Zeferino Silva
Director do MAC
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MAC – Movement for Contemporary Art in Lisbon organizes a collective exhibition in order to celebrate its 14th anniversary and the 2008 MAC Awards, granted each year for excellence in fine arts and cultural journalism. MAC Awards are unique in Portugal and represent the commitment of this institution to promoting art and culture in all the Portuguese-speaking countries.

in http://reteaualiterara.ning.com/

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Primeiros e-mails recebidos pelo 14º Aniversário do MAC
De: MARTA M A A SILVA
Enviada: sábado, 21 de Junho de 2008 18:47
Para: galeriamac
Assunto: 14º Aniversário MAC'2008Convite

Parabéns!
Desejo de coração que continue cada vez mais brilhando nas artes. Arte de se colocar, de manter uma galeria do maior gabarito, de prestigiar os artistas, da generosidade com todos, da camaradagem e amizade sincera e dedicada, da seriedade com que administra o MAC, do seu empenho e cuidado em nos manter informados e lembrados que somos grandes amigos.
Que a festa seja linda e alegre como todas.
Saudades e um beijo carinhoso de
Taía Aguiar
pintora
Brasil
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Saturday, June 14, 2008

14ºAniversário MAC 2008


O MAC-Movimento Arte Contemporânea cumpre no dia 1 de Julho mais um aniversário
comemorativo das suas actividades culturais, pedagógicas e artísticas e tem o prazer de convidar V.Excia a participar e confraternizar connosco nesta festa que é de todos nós.
Neste 14º aniversário o MAC realiza mais uma grande mostra colectiva onde figuram obras de todos os artistas que de uma forma ou ou outra têm colaborado com este espaço cultural.
Durante a tarde do dia 1 de Julho serão atribuidos os Prémios MAC'2008, às 18h.30 na Av. Álvares Cabral 58/60 , aos artistas ,individualidades e instituições que mais se distinguiram em qualidade e colaboração com o MAC, seguindo-se pelas 19h a inauguração das mostras patentes nos dois espaços MAC, Av.Álvares Cabral 58/60 e Rua do Sol ao Rato,9C em Lisboa.
Estas exposições estarão abertas ao público de 1 de Julho a 30 de Setembro de 2008,com interrupção de 1 a 31 de Agosto para férias.

Friday, June 13, 2008

"Ser artista hoje" debate





Ao centro, Dr. Álvaro Lobato de Faria,
à esq.,Pintora Teresa Mendonça e Mestre Hilário Teixeira Lopes,
à direita Escultora Andreia Pereira

Decorreu no anfiteatro do Colégio Militar uma mesa redonda subordinada ao tema "Ser Artista Hoje", numa parceria entre aquela instituição e o MAC-Movimento Arte Contemporânea.Em representação do MAC participaram Mestre Hilário Teixeira Lopes, Pintora Teresa Mendonça, Escultora Andreia Pereira.Foi coordenador e moderador o Dr. Álvaro Lobato de Faria, director coordenador do MAC.Este evento demonstrou ser de elevado valor cultural e pedagógico,dado o vivo interesse demonstrado pelo público, muito especialmente pelos alunos que participaram vivamente,questionando a mesa com muita curiosidade, por todos os problemas que envolvem as Artes Plásticas, desde os problemas da critividade, concepção e finalidade até aos complexos esquemas de mercado.
Queremos dar especial relevo ao exaustivo e produtivo trabalho da Professora Ana Tristany, pela motivação incentivada nos alunos, pela extrema correcção e disciplina destes e congratular-mo-nos pelo brilhantismo dos resultados conseguidos,expressos na magnífica exposição de escultura da autoria dos alunos sob sua coordenação.
No final foi oferecida ao Dr. Lobato de Faria uma peça escultórica executada em equipe,na qual foi inserida uma frase de sua autoria.
Aos artistas presentes foi oferecida uma medalha comemorativa do evento.
Desejamos para um futuro próximo novas realizações deste tipo, que ,pelo seu caráter pedagógico ,extremamente bem organizado,só poderão contribuir para o desenvolvimento e divulgação da nossa cultura, sobretudo, no campo das artes plásticas e salientamos o papel extremamente digno do Exmo Senhor Director do Colégio Militar Major General Raul Jorge Passos que amavelmente nos recebeu e acompanhou, sendo de elogiar o entusiasmo com que acompanhou tão nobre iniciativa.



pormenores da exposição

No dia 12 de Junho os alunos do 4º Ano fizeram a inauguração da sua exposição de escultura intitulada “Impensável”.
As Artes Plásticas marcaram presença com uma mesa redonda com o tema “Ser Artista, Hoje” promovida pelo Movimento de Arte Contemporânea (M.A.C.), com o qual o Colégio Militar celebrou recentemente um protocolo de cooperação. O Dr. Álvaro Lobato de Faria, director coordenador do M.A.C., foi o moderador da mesa que contou com a presença do grande Mestre Hilário Teixeira Lopes, da pintora Teresa Mendonça e da escultora Andreia Pereira. Foi uma oportunidade única, e muito participada, para alunos, pais e professores poderem esclarecer as suas dúvidas sobre Arte.
No fim, os alunos do 4º Ano ofereceram ao director do M.A.C. uma escultura realizada por eles, em que estava inscrita uma frase do Dr. Álvaro Lobato de Faria “A Arte para ser reconhecida como tal precisa de ser vista, sentida...”.
O evento contou ainda com a presença do nosso talentoso fadista, o aluno finalista, Gustavo Pinto Basto, que nos presenteou com alguns temas da sua autoria. Por fim foi apresentado um filme alusivo à actividade de escultura que os alunos desenvolveram ao longo deste ano.

Agradecemos por fim à direcção do Colégio Militar, na pessoa do nosso Director Major General Raul Jorge Passos, o apoio e interesse demonstrado por esta iniciativa, que muito contribuiu também para o seu sucesso.
Os alunos do 4º Ano estão de parabéns!
A exposição de escultura foi um grande sucesso e segundo palavras da escultora Andreia Pereira faria a inveja a muitos alunos finalistas de Belas Artes!

Professora Ana Tristany

Fotos: Aluno nº 442 - Vieira

Prof. Ana Tristany

Sunday, June 8, 2008

Roberto Chichorro :: "tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá"

"tempo de prendas"

"serenata para noiva e cabra vermelha"


"arlequim musicador"


"namoro em tempo de flor de jacarandá"

Sunday, May 25, 2008

Roberto Chichorro :: "tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá"





O MAC-Movimento de Arte Contemporânea



convida para a exposição de



ROBERTO CHICHORRO



"TEMPO DE NOIVAMENTOS



COM FLORES DE SER JACARANDÁ"



que inaugura no dia 3 de Junho de 2008, pelas 19h.



na Av. Álvares Cabral 58/60 em Lisboa.




Roberto Chichorro situa-nos no exacto lugar entre a pintura e a poesia. A sua africanidade é a sua estética e poética, o seu fundamento e a sua inspiração longínqua.
Revela-nos as memórias da alma num horizonte temporal pressentido, muito para alem da magia do sonho possível.
A pintura de Roberto Chichorro contem-se num tempo essencial, espacial e rítmico de um “eros” onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências africanas, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia.
Por invisíveis elos que se estabeleçam entre as telas analisadas, uma inter conexão de sentidos, cuja interpretação faz aflorarem significados submersos, inscritos no inconsciente histórico dos contextos sociais onde se geraram as obras do pintor.
Na pintura de Roberto Chichorro, cores, sons, formas harmonizam-se de forma a criar um universo poético que se exprime também pelos títulos das telas, através dos quais se envolve na matéria da poesia. O onirismo pictórico das obras de Chichorro dialoga com uma poética “chagaliana”, entre a impossibilidade do possível onde os sonhos reconhecidamente se revelam pela sua constância.
Não poderemos deixar de reconhecer, assim, na sua obra certos aspectos europeizantes, não deixando nunca de revelar, apesar disso, também a memória do seu país natal e da sua infância passada.
As telas de Roberto Chichorro apreendem para alem e apesar do seu cromatismo, os sonhos destruídos pela exigência da história do seu país que os homens quiseram escrever.
Revelará ainda a pintura de Chichorro, alegoricamente, momentos reprimidos do outrora, na tristeza dos olhares, na negritude das sombras e dos rostos em que se repete a desconfiança e o medo, contidos porem num erotismo onde uma capacidade narrativa apela a uma poética dimensional do “eros”.
Assim, entre o medo e o sonho, Roberto Chichorro recupera a história, numa perspectiva de reconstrução do amor e do sonho, onde se fundam e fundem os eternos luares.




Álvaro Lobato de Faria


Director coordenador do MAC


Zeferino Silva


Director do MAC






Continua na Rua do Sol ao Rato 9C a exposição de


MARIA JOÃO FRANCO


"tu não aconteces, quando eu te quero"




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Av. Álvares Cabral, 58/60, Lisboa




Rua do Sol ao Rato 9 C, Lisboa




telf/fax :: 21 385 07 89




telf :: 21 386 72 15




tm :: 96 267 05 32


horário:: segunda a sexta das 13h às 20h,


sabado,das 15 às 19 h



domingos por marcação - tm::96 267 05 32




A mostra estará patente até 27 de Junho de 2008

Thursday, May 22, 2008

MAC||Maria João Franco::"tu não aconteces,quando eu te quero"


Vai estar patente nos dois espaços MAC,
até 30 de Maio de 2008
a exposição de
Maria João Franco

"tu não aconteces, quando eu te quero"
Esta mostra pode ser visitada de segunda a sexta,das 13h às 20h
sábado,das 15h às 19h
e domingos por marcação tm 96 267 05 32
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato 9c,Lisboa
tel/fax :: 21 385 07 89
tm :: 96 267 05 32
Av.Álvares Cabral,58/60 Lisboa
telf :: 21 386 72 15
galeriamac@sapo.pt
galeriamac@mail.telepac.pt

Sunday, May 11, 2008

"tu não aconteces, quando eu te quero"

Dr.Álvaro Lobato de Faria

Pintora Maria João Franco


Primeiras reacções à exposição


"tu não aconteces,quando eu te quero"

de Maria João Franco


de quem muito o MAC se orgulha



Comentários para:





"tu não aconteces,quando eu te quero"



Ao ler estas imagens, Maria João,regredi ao passado dos meus 15 anos... Agora, com 46, continuo...Parabéns!



Sou Alzira Lima, e me confesso:

que dor esta de não ser capaz de brilhar as minhas palvras com imagem?

Que pincel não se agarra em minha mão?

10 Maio 2008


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ANA BERNACCHI disse...
ADOREI


Trabalho forte e leve, com tonalidades etéreas, e cheias de emoção. Não pode deixar de ser vista, essa produção de competência e virtuosismo.

PARABÉNS

ANA BERNACCHI

Escultora e Critica de Arte

BRASIL


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João Abreu disse...
Querida Maria João Franco, antes de mais nada, os meus mais profundos Agradecimentos por tanto! Parabéns Mestre!... Bem haja por tudo que faz pelas Artes Plásticas do seu País! Parabéns ao MAC na pessoa do nosso Patrono Prof Dr Álvaro Lobato de Faria e Eng Zeferino. Parabéns a todos qts integram o MAC. A Mestre mais uma vez gratificou uma Nação com uma exposição onde assentam os valores Plásticos arrancados da Alma, cozinhados num Conhecimento Filosófico e Cultural da observação e, técnica plástica ímpar. Não não Maria João, não exagero não. Das Obras que me foi grato observar e que fez o favor de me honrar enviando-me via net, fiquei estático e em silêncio. Colhi delas toda a conduta num percurso elevadíssimo para que se torne Evolução e Crescimento até se atingir o imparável. O encontro ou pelo menos o roçar do corpo com o espirito. Uma Obra da Maria João Franco é esse Percurso. Obrigado por tanto me dar. E é nessa Nobre Humildade que se recebe por tanto entregar ao Conhecimento e Estudo da coorelacção do Existir!... Um beijo de gratidão do João Abreu

Pintor


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Maria João

Estou aqui, ainda enlevada pela beleza da tua pintura e o encanto do poema que está no press release.
Tocou-me a alma.
Parabéns pelo merecido sucesso.
Estás sempre no meu coração.

Shirley Carreira

Professora Catedrática

Universidade de Letras do Rio de Janeiro


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Saturday, April 19, 2008

Maria João Franco "tu não aconteces ,quando eu te quero"

CONVITE
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Em continuação do projecto apresentado no Museu da Água ,em Lisboa por

Maria João Franco ,
MAC-Movimento Arte Contemporânea
vai inaugurar a mostra daquela artista com novas obras,
subordinada ao mesmo tema,
"tu não aconteces quando eu te quero"
no dia 6 de Maio de 2008
pelas 19 horas.
A mostra estará patente nos dois espaços MAC até 30 de Maio de 2008
Rua do Sol ao Rato,9C
1250-207 Lisboa
telf/fax 21 385 07 89
tm:96 267 05 32


Av.Álvares Cabral 58-60
1250-072 Lisboa
telf: 21 386 72 15
tm:: 96 267 05 32
horário::segunda a sexta das 13 às 20 horas,
aos sábados das 15 às 19 horas
e Domingos e feriados por marcação
tm::96 267 05 32.
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Maria João Franco
Nasceu em Leiria em 1945. Tem o curso de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa.
Frequentou o curso de Arquitectura de Belas Artes do Porto.
Comenda e Medalha de Mérito e Cultura atribuído pela Associação de Artistas Plásticos e Desenho Brasileiros.
Desde 1982, participou em várias exposições colectivas e, a partir de 1985, realizou diversas exposições individuais quer em Portugal quer no estrangeiro.
Em 1997 executou um cartão de tapeçaria para Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, cujo 1º exemplar faz parte do acervo do Sr. Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.
Fez parte do júri do concurso “32 Jovens Pintores” com o Alto patrocínio da Presidência da República Portuguesa integrado nas Comemorações do 10 de Junho de 2000-Dia de Portugal.
Trabalha como artista convidada em cerâmica artística na Keramos – Condeixa.
Convidada pela Foundation for the Support of Monestery Bentlage para participar no
International Summer Workshop em Rheine – Alemanha Agosto 2005.
Em 2005 executa um painel alusivo a “O Motim” de Miguel Franco inserido no Teatro Miguel Franco em Leiria.
Funda em 2006 o jornal on-line “Casamarela5b & ARTS” em homenagem ao Pintor Nelson Dias.
www.casamarela5b.com
Está em estreita colaboração com as actividades culturais e artísticas do MAC-Movimento Arte Contemporânea, Lisboa.
Prémios:
1987 – Prémio de edição na “IV Exposição Nacional de Gravura” – Gravura/Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; / 1º Prémio do concurso de Gravura Integrado no Ano Europeu do Ambiente - Setúbal/Beauvais; /2006- Prémio MAC’2006 Carreira – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /2007- Premio MAC’2007 Prestígio – MAC- Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /
Representações:
Está representada nas seguintes instituições: Museu de Setúbal; Cooperativa dos Gravadores Portugueses, Gravura em Lisboa; Colecção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Museu Armindo Teixeira Lopes, Mirandela; acervo da C.M. Lisboa, Coimbra, Amadora e Abrantes; colecções particulares em Portugal, Itália, Espanha, França, Suíça, Brasil, EUA e Holanda.
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"planeta dos macacos"
tecn mista s/tela
100x1500
2007
texto do catálogo
Ao longo de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantendo-se, no essencial, fiel a si mesma.
Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.
A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro.
Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e autora.
No envolvimento cálido e terno nas pinturas que figuram a nossa condição, e que confere harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano, sabe-se a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal universo imagético.
O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.
Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.
Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.
A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.
As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.
A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente
Em “tu não aconteces, quando eu te quero” título da exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, nova uma conquista, um constante enriquecimento.
O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que ele ocupe um significativo lugar na excelente pintura que Maria João Franco vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o grande talento e sobretudo a surpreendente qualidade técnica e criativa desta grande artista das artes plásticas do nosso país.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
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press release

tu não aconteces, quando eu te quero
não falas ainda, quando eu te escuto.
tu não dizes, quanto eu te encontro.

Tempos passados de saber sentido
Tempos esquecidos de saber sofrido
Não sabes ainda quanto eu te entendo.

Numa pesquisa, aliada a uma auto reflexão constante do ser/estar criado e recriado, ainda que numa atmosfera imersa, paradigma de todas as realizações encontradas, e não…
Que o título da exposição: “tu não aconteces, quando eu te quero” denuncia já a busca incessante do encontro efectivo e afectivo com a “coisa” /”pessoa” amada.
O universo plástico em que me situo denuncia-se pelo equívoco meio das ilusões em que as leituras várias se sobrepõem deixando ao espectador o disfarce amplo para as múltiplas e constantes leituras.
“tu não dizes, quanto eu te encontro” negação aparente de diálogo com a ”coisa” em que o “quanto” nega ainda o dar a conhecer a infinidade das possibilidades dele mesmo.
“não sabes ainda quanto eu te entendo” é o passo anunciado para a próxima realização em que o acto está já contido no “tu não te encontras, quando eu te quero” ,impossibilidade de simultaneidade de actos e realizações de ser e estar afectivo e efectivo.
Poema/projecto de formalização autobiográfica e plástica, “tu não aconteces, quando eu te quero” tem agora lugar no MAC-Movimento Arte Contemporânea a 6 de maio de 2008 .
Maria João Franco
Lisboa, Abril/2008

Tuesday, April 1, 2008

MAC||MUSEU DA ÁGUA_Maria João Franco

Maria João Franco
"tu não aconteces quando eu te quero"

numa colaboração entre o
MAC-Movimento Arte Contemporânea Museu da Água

até 19 de Abril de 2008
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MUSEU DA ÁGUA
ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DOS BARBADINHOS
Travessa do Alviela,12_Lisboa
Entrevista com a Pintora,no CARTAZ DAS ARTES_TVI,10 de Abril de 2008






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Esta exposição está patente até 19 de Abril de 2008

"Uns e os Outros"_Porfírio Alves Pires|| Hilário Teixeira Lopes_"do meu trato expansivo"

MOVIMENTO ARTE CONTEMPORÂNEA


HILÁRIO TEIXEIRA LOPES
" do meu trato expansivo"

___a visitar até___


até 30 de Abril de 2008


Av. Álvares Cabral 58-60,Lisboa

A entrevista do Pintor no CARTAZ DAS ARTES_TVI
5ª feira,3 de Abril


PORFÍRIO ALVES PIRES

"Uns e os Outros"


Rua do Sol ao Rato 9C ,em Lisboa


com inauguração a 3 de Abril de 2008, pelas 19 horas.

Esta mostra encerra a 30 de Abril de 2008.

______horário______

de segunda a sexta das 13 às 20 horas,

sábados das 15 às 19 horas

domingos por marcação tm:962670532

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