créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Tuesday, October 7, 2008

Tereza Trigalhos // António Inverno


O MAC
Movimento Arte Contemporânea

inaugura no proximo dia 4 de Novembro,terça feira, pelas 19 horas

a exposição individual de

Tereza Trigalhos

no seu espaço da

Av. Álvares Cabral,58/60 em Lisboa.
a ver :
Entrevista com
Tereza Trigalhos
Cartaz das Artes TVI
na emissão de
5ªfeira, 20 de Novembro


"Proscritos"




A mostra estará patente ao público até 28 de Novembro de 2008,

de segunda a sexta das 13h às 20 h

sábado,das 15h às 19h

domingo, por marcação Tm 96 267 05 32


"Alegria"


Pintora com vocação, Tereza Trigalhos, tem a consciência do rigor, da técnica e da matéria no contexto da pintura, onde a figura do ser humano, é a essência da sua mensagem.
Basta o mais ligeiro olhar sobre as suas obras, para detectar as fontes do seu ideal estético.
Os seus rostos, por vezes encobertos e indefinidos no acabamento, ou acentuados com traços fortes e marcantes, situam-se no limiar, na tangência do intraduzível real e conduzem-nos de imediato ao mundo próprio da artista, que é o de expressar o lado telúrico do homem e da mulher.
Não há a procura de um abstraccionismo gratuito ou de qualquer subjectividade rebuscada, mas sim a tentativa de definir plasticamente as personalidades mutáveis do inconsciente colectivo.
Numa primeira fase, o observador, pode ver reflectida nalgumas expressões, uma certa angústia, em perfeita simbiose com algo do quotidiano da nossa época.
Tereza Trigalhos traduz com pujança incomum, a nitida visão pessoal, o definível nas transmutações diárias, daí encontrarmos uma certa coerência nas suas personagens subtilmente diferenciadas através de cores incisivas e dinâmica de traços.
Nalguns momentos apercebemo-nos que a artista se contesta e, o uso das tonalidades utilizadas nas suas telas marcam essa deflagração íntima.
Tereza Trigalhos endossa linhas bastante viris, nada eufemistas, visíveis, sobretudo, na maneira vigorosa de sublinhar o desenho, onde se nota, uma vontade e um querer impositivo.
A artista necessita pois, de uma grande amplitude para produzir, uma notória ânsia de liberdade que marca a sua excelente pintura: luz, ar, espaço, são fundamentais.
Uma arte que se impõe pela franqueza e pela vontade interior, conseguindo um conjunto estético, cultural e histórico impressionante, pela qualidade, oportunidade e volume.
Através do seu trabalho Tereza Trigalhos é capaz de expressar as inquietudes, a criatividade nos universos líricos, trágicos ou dramáticos que constrói.
Nas suas telas retomadas com segurança e contemporaneidade, faz séries de oferendas visuais inquietantes.
Imagens de forte impacto visual, formas recorrentes, a alimentar um desejo de comunicações construtivas/destrutivas, que, parecendo figurativas, mas ultrapassando com mestria essa fronteira, transportam em si a enorme força que só é possível quando o que está em causa é a pintura na verdadeira acepção da palavra e á qual Tereza Trigalhos tão sabiamente se dedica.

Álvaro Lobato de Faria

Director Coodenador do MAC


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a ver:

5ªfeira,20 de Novembro de 2008

Entrevista com

António Inverno

Cartaz das Artes TVI

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O MAC

Movimento Arte Contemporânea,

inaugura ainda no dia 4 de Novembro, pelas 19 h,

na Rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa

a exposição individual de pintura de


António Inverno



"Composição I"

"Sala dos Poetas"

A mostra estará patente patente ao público até 28 de Novembro de 2008,

de segunda a sexta das 13h às 20h,

sábado das 15h às 19h,

domingo,por marcação Tm 96 267 05 32

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texto de apresentação


António Inverno pintor, é um construtor de imagens.
Um reinventor que utiliza sabiamente, os ingredientes como aqueles que habitualmente (re)conhecemos nos registos pictóricos mais variados.
Um construtor de imagens que utiliza e conjuga na sua mesa de trabalho as emoções e as mais variadas relações perceptivas e sensoriais, não se limitando à simples colagem de géneros, antes digerindo e conjugando plasmas visuais, aptos para estabelecer uma outra via do entendimento, do seu entendimento, construindo em constelação galáctica um universo muito próprio.
E aqui é preciso referir que falamos de um factor cognitivo, ao nível do entendimento das coisas. É também uma alusão aos fragmentos da memória que a um tempo visitamos.
Escrever sobre este Homem é reinventar também a felicidade de poder discernir as dimensões estéticas e poéticas que um artista pode atingir, resolvendo dentro de si próprio, e por si, contradições que lhe serão alheias.
Quando em 1993 o conheci, estava já consolidado entre o meio artístico nacional e internacional como o grande serigrafo português. De facto, o meio artístico era presença assídua do seu atelier, pólo dinamizador da vida cultural lisboeta.
Do Bairro Alto, do Chiado, da Bica, e de tantos outros cantos da cidade acorriam à oficina da Rua da Emenda novos e consagrados, unidos num ambiente de partilha que o António Inverno sempre soube alimentar, onde o trabalho se transformava em tertúlia, em lição, para aqueles que saídos da Escola de Belas-Artes ali vinham à procura do conselho do Mestre.
Nas lições que deu, António Inverno cresceu como Homem, cresceu como serigrafo, marcando gerações de tendências várias, divulgando e difundindo o trabalho de dezenas de artistas que hoje marcam o panorama das Artes Plásticas Portuguesas.
E cresceu como pintor.
Dessas memórias soube retirar o essencial para desenvolver um trabalho de indagação constante. Indagação plástica, cromática e formal, mas indagação humana também, a marca que mais o distingue de tantos outros artistas que embrenhados no seu mundo não assistem ao mundo que os rodeia.
António Inverno é um “espectador” atento. E suga de tudo quanto o envolve a energia criativa para construir uma expressão plástica autónoma num percurso feito pelas memórias que o ligam às raízes desse Alentejo de menino, da festa dos touros e das vacadas, da festa brava que vem também encontrar em Lisboa e tantas vezes eternizou, pelas memórias que o ligam à velha António Arroio onde aprendeu a ser o melhor, pelas memórias de gerações inteiras que viu crescer, que viu consagrar e viu tranformarem-se nos grandes artistas portugueses do século XX.
Atento. E singular no companheirismo e generosidade para com aqueles que procuraram o seu talento, António Inverno é, no fundo, um contador das “estórias” da arte portuguesa, o mestre dos grandes.
Passados que serão os passos da vida, ficará sempre a marca deste Homem em todos e em cada um de nós.

Álvaro Lobato de Faria

Friday, September 19, 2008

Novas exposições


Mestre Figueiredo Sobral
Homenagem
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Quinta-feira dia 16/10/2008
A ver no Cartaz das Artes

uma reportagem sobre a exposição de FIGUEIREDO SOBRAL, intitulada a Pintura e a Escrita. O seu talento e produtividade estende-se por desenhos, gravuras, aguarelas, guaches, colagens, cerâmicas, tapeçarias, murais, esculturas e monumentos. Uma obra que percorre mais de meio século de história da cultura portuguesa contemporânea, para ver até ao final do mês no Mac - Movimento Arte Contemporânea, em Lisboa.




Na verdade, Mestre Figueiredo Sobral é um buscador incessante de materiais e de formas a fim de dar sentido ao seu universo estético como suporte do discurso moderno.
Quer utilizando a sua técnica dos relevos, cultivada desde os anos 60, em massa esculpidas num compromisso entre a pintura e a escultura de inspiração surrealizante ou de um realismo fantástico, ou quer expressando-se nas linhas simples de cores suaves das suas oníricas aguarelas ou materializando o pastel na criação esfíngica da boneca, no seu eterno feminino, ou nas visões cósmicas, Mestre Figueiredo Sobral configura a sua obra de grande qualidade no rigor e procura do surpreendente e do imprevisível.
O mesmo labor e criatividade se projectam na escultura que merece um lugar à parte na sua obra e na história da escultura portuguesa.
Com larga actividade em Portugal e no Brasil e noutros trabalhos monumentais, em lugares públicos espalhados pelo mundo, aplaudido pela melhor crítica, é tempo que Mestre Figueiredo Sobral ganhe o lugar universal que lhe compete.

O Movimento Arte Contemporânea (MAC) é o espaço cultural que neste momento, muito se orgulha em o ter presente, com a sua excelente exposição individual "A Pintura e a Escrita”.

Álvaro Lobato de Faria
Director coordenador do MAC
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A Pintura e a Escrita


«A pintura e a escrita» é o título escolhido para esta exposição de pintura de Figueiredo Sobral, no MAC - Movimento Arte Contemporânea, cumprindo um seu velho sonho de aliar a poesia e os seus escritores de cabeceira à sua arte pictórica e escultórica.
Deste modo, nestes 37 quadros povoam ecos de Eça de Queirós , em figuras representativas de uma sociedade de final do século XIX, onde a paixão, o vício e a ociosidade se entrelaçam em obras como A Relíquia, O Crime do Padre Amaro e Os Maias , cujo peso é bem sentido por aqueles que se intitularam a si próprios «Os Vencidos da Vida».
Mas ainda dessa época , o pintor é fascinado por Camilo , na ironia da Queda dum Anjo e, por essa personagem de Calisto Elói, o político provinciano, que vai deixando cair as suas asas brancas à medida da sua ascensão, tal como diria Almeida Garrett no belo poema , com o mesmo nome, que é aqui pintado a espátula e a escárneo.
É igualmente tocado pelo lado romântico de Camilo, em Amor de Perdição, nesse trio trágico-amoroso de Simão-Teresa-Mariana ou pela poesia de Flores sem Fruto de Garrett ou dos Sonetos de Bocage.
Mas é Antero de Quental , o seu companheiro das noites insones, atormentado entre a fé e a descrença num Deus que sonhou e que é corporizado em quadros como «Ignoto Deo», «Na Mão de Deus», «O Crucificado» e «Mater Dolorosa» ou nesse poema contundente e desesperado de Alberto Lacerda, «Deus é uma blasfémia», que o pintor intitula «Carregando a terrível pedra de Sísifo ….Ehh, humanidade!!».
No sentido crítico, mesmo no âmbito do sagrado, estão as suas preocupações sociais que são desmitificadas através da ironia, plasmada em tinta e pincel e ilustrada com poemas de Alexandre O’Neill ou de Manuel Bandeira. Num libelo contra a guerra erguem-se as vozes do poeta medieval João Zorro, ou de Fiama Hasse Pais Brandão.
O seu próprio lirismo de pintor-poeta é assumido em poemas como «A morte de Manolete» e «Histórias com gritos de sevilhanas», encarnando a História Ibérica e ecos de Guernica. Portugal e os seus mitos, D.Sebastião e Marquês de Pombal, ressurgem nas suas telas e na voz de Camões ou na sageza histórica de Latino Coelho. ´
A dimensão filosófica de Umberto Eco ou de João Rui de Sousa é captada na subtileza do relevo e da subversão da forma e da cor.
Erguem-se, num cântico de amor, D. Quixote e Dulcineia, celebrando o sonho e a aventura dos eternos amantes. A beleza da mulher e a sua nudez visualizam-se na beleza cristalina da poesia de Camilo Pessanha ou de Adalberto Alves. Natália Correia e Florbela Espanca sugerem o mistério do amor, corporizado pelo pintor na sua forma surrealizante e barroca de se exprimir.
E, finalmente, numa homenagem à mulher palestina e ao seu povo, Figueiredo Sobral dá vida ao poema de Mahmoud Darwish, (poeta palestino): «Juro!/ Que hei-de fazer um lenço de pestanas/ onde gravarei poemas aos teus olhos»

É esta a mostra que o Mestre nos tem para oferecer, numa fase difícil da sua vida, em que cada vez mais interioriza a sua visão do mundo, isolando-se para se encontrar a sós com a sua arte, num diálogo que só ele entende, como dádiva miraculosa e perene que os deuses lhe ofertaram.

Elsa Rodrigues dos Santos
Lisboa , 9 de Março de 2005
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O MAC visitado pelos alunos do Colégio Militar
Numa iniciativa de âmbito pedagógico registamos a visita às exposições de Mestre Figueiredo Sobral e de Albino Moura, promovidas pela Professora Ana Tristany e pelos seus alunos .
Todas estas iniciativas são de louvar pois correspondem a um culto de divulgação da cultura e da arte.
Assim,como temos divulgado estamos sempre abertos a iniciativas como esta, que se torna exemplar a nivel pedagógico e cultural.

Álvaro Lobato de Faria com os alunos do Colégio Militar

Prof Ana Tristany com os alunos



Álvaro Lobato de Faria e Joana Paiva Gomes

com os alunos do Colégio Militar
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Albino Moura
A ver, quinta-feira, 23 de Outubro, no Cartaz das Artes TVI:
uma reportagem sobre a exposição de ALBINO MOURA, que está de regresso ao circuito expositivo, desta vez no Movimento Arte Contemporânea, onde apresenta a Invenção Do Olhar. Numa expressão sem tempo nem fronteiras, o artista convida o olhar até 31 de Outubro para as suas memórias e vivências.


"Fuga para o futuro"

Ao longo de 45 anos de carreira, Albino Moura tem vindo a ser um constante pesquisador das suas verdades, mantendo-se, no essencial, fiel a si mesmo, na sua poética lúdica referenciavel nos trajectos da infância pela representação da imagem da ternura e da inocência, em que a representação formal ilude o real, transportando-nos numa viagem lírica através do sonho, no amor simples das coisas e do mundo.
Espectáculo de infâncias revisitadas, simulando vivências em que a metafórica e opulenta “boneca” assume alegoricamente o papel de individuo, como se o mundo das pessoas e das coisas permanecesse imutável e alheio a todos os conflitos…

Nas palavras do artista percorremos o seu mundo: -”Nasci num meio muito pobre e de família humilde. No ambiente em que cresci, não havia nada de Arte, mas, como todas sãs crianças, aprendi a fazer bonecos, nem melhores, nem piores que os dos outros miúdos. Não sei o que me atraiu para a Pintura, só sei que cresci com o sonho de ser pintor, e que ainda hoje continuo a sonhar”. É este o mundo do “querer”, de imagens e memórias que Albino Moura transfigura e nos transmite na sua obra e nesta sua exposição, onde como sempre acontece, há um envolvimento simultaneamente terno e doce nas pinturas que figuram a condição do ser, remetendo-nos contudo para influencias anteriores em que podemos fazer notar uma referencia à obra lírico poética de um Cipriano Dourado que se torna uma evidencia conferindo à obra de Albino Moura uma subtil e lúdica sensualidade e beleza à trivialidade constante e constrangedora de um mundo que nos é dado viver.

Surpreendentes são os seus trabalhos, todos criados em gestos de quem procura regenerar as formas da vida, acrescentando-lhes outros valores estéticos e afectivos, sendo a sua obra um pacto de vida onde o encantamento e o amor coexistem.
As suas telas ecoam no olhar e na memória, dum inconsciente esquecido, mas latente em todos nós, como todos os simulacros com que nos confrontamos na infância através de jogos e simulações por onde perpassa um ante projecto de vidas e anseios, retidos porém no inconsciente individual e/ou colectivo dos “habitats”vários… Na nudez simples da sua poética plástica Albino Moura revela-nos o encanto de um homem simples que se denota numa harmonia total do sentido, dos sentidos assim realizados, como se o ser e o sonho se sobrepusessem num trajecto único do saber estar num mundo conturbado, mantendo-se vertical dentro das utopias possíveis pelas quais temos que lutar, sob pena de a nossa condição de ser pensante se deixar submergir por um “inferno” de realidades de um planeta que se autodestrói por outros imperativos que não dominamos.
Na força de ser ele mesmo e não outro, Albino Moura impõe-se pela autenticidade da sua arte sem fronteiras e sem tempo numa reconstrução constante de realidades e afectos ultra humanos que mantêm aberta uma janela sobre um mundo passível de ser por todos nós desejado.

Álvaro Lobato de Faria

Director coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea

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As mostras estarão patentes ao público até 31 de Outubro

//de Segunda a Sexta das 13h às 20h

//Sábado,das 15h às 19 h

//Domingo,por marcação tm 962670532

Tuesday, September 16, 2008

Romeo Niram no MAC

Inaugura a 16 de Setembro pelas 19 horas no MAC-Movimento Arte Contemporânea a exposição individual de Romeo Niram “Brancusi:E=mc2” como expressão explícita da parceria MAC-NIRAM ART MAGAZINE(fundada por Romeo Niram).

A mostra está patente na Rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa e encerra a 30 de Setembro.



Romeo Niram, pintor de reconhecido mérito, com personalidade fortemente expressiva, de uma espontaneidade à flor da pele, e de um virtuosismo incontestável, habituou-nos a ser, entre figurativo e abstracto, uma testemunha sensível da nossa época. O que Romeo Niram nos propõe através das suas pinturas, são ideias, pensamentos e conceitos plenos de paixão e energia, contundentes na sua construção e morfologia, uma forma de renovação da Arte através de uma obra responsável levada com directrizes dirigidas a deveres artísticos.”

Álvaro Lobato de Faria

director coodenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea



A mostra estará patente com o horário seguinte:

segunda a sexta das 13h às 20h.

sábado das 15h às 19h

domingo por marcação tm 962670532






A revista Niram Arte Magazine obteve o MAC'IMPRENSA 2007 e o MAC'2008 DISTINÇÃO pela sua qualidade de divulgação artística .

Thursday, August 28, 2008

Reabertura na nova época





Dia 1 de Setembro o MAC espera de novo a vossa visita,

com novas obras da colectiva comemorativa do 14º aniversário

na Rua do Sol ao Rato 9C

e Av. Álvares Cabral 58/60.

Lá estaremos para vos receber a partir das 13 até às 20 horas!

Tuesday, August 5, 2008

Boas férias

O MAC-Movimento Arte Contemporânea
deseja a todos os seus clientes e amigos
umas boas férias!

MAC || INFORMA




Álvaro Lobato de Faria e Joana Paiva Gomes

Caros clientes e amigos,
informamos que o MAC-Movimento Arte Contemporânea
encerra para férias de 1 a 31 de Agosto,
estando nós, no entanto, disponíveis para Vos mostrar a exposição em curso,
comemorativa do 14º aniversário do MAC,
em qualquer horário e dia,
durante este mês ,
por marcação para o
Tm 962670532

Com os melhores cumprimentos
Álvaro Lobato de Faria
director coordenador do MAC

Thursday, July 24, 2008

Testemunhos

nota: foram retiradas duas mensagens desta lista a pedido do autor das mesmas.

Madrid, 26 de Julho 2008

Exmos. Srs. Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva,

Há já alguns anos que os nossos caminhos coincidiram, encontrando na prestigiosa instituição que é o MAC, um lugar único onde a efervescência artística se conjuga com a energia e força de vontade necessária para poder levar ao cabo tantos projectos. Mais que uma simples galeria de arte, o MAC soube convertir-se num centro cultural e artístico de todo o mundo lusófono.É com grande prazer que podemos, como revista internacional, levar ainda mais longe o eco das suas actividades, dando a conhecer e tomando como exemplo para o nosso público espanhol, a essência do MAC. Ainda não se perdeu o tempo das antigas tertúlias culturais, dos convívios entre artistas e os amantes da arte, como a celebração-festa do aniversário o confirmou. Agradecemos a distinção oferecida, um gesto simbólico que tanto nos comoveu, e não podemos deixar de apreciar a atenção dada a todos os detalhes, a sensibilidade e a beleza das estátuas-troféu (da autoria do grande mestre João Duarte ) e das distinções oferecidas.Gostaríamos de vos felicitar uma vez mais pelo seu 14º aniversário, o que significam 14 anos de infatigávéis esforços, de inúmeros projectos e parcerias. Conhecendo bem o mundo das artes portuguesas, só podemos realçar a abnegação e a luta constante, as vezes contra as marés que o MAC sempre soube ganhar, sendo o seu ganho o ganho das artes portugueses.Damos também os parabéns à Dra. Joana Paiva Gomes e desejamos que tenha todo o sucesso como responsável pelas relações exteriores. Acreditamos na sua competência e sensibilidade que brilharam neste evento.Desejando cada vez mais uma maior visibilidade dos talentos portugueses, dos grandes Mestres e artistas emergentes que Portugal tem, no panorama artístico europeu, e alegrando-nos de podermos oferecer aos nossos leitores espanhóis uma incursão no mundo maravilhoso da arte portuguesa contemporânea, estamos sempre abertos a divulgar e promover a qualidade dos eventos artísticos realizados pelo MAC.Em nome de todos os que formam o colectivo da revista Niram Art juntamo-nos à vossa celebração, que é a festa da arte e da cultura portuguesa.

Niram Art Magazine

Romeo Niram, Fundador

Rares Naghiu Barbulescu, Director

Mario Barangea, Chefe de redacção

Eva Defeses, Redactor

Thomas Abraham, Redactor

Javier de la Fuente, Redactor

Teresa Carvalho, Redactor

Ángeles Rodriguez, Redactor

Lora Haranaciu, Redactor

Sofia D’Addezio, Redactor

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Caros Amigos

Com um grande abraço, agradecendo a Vossa simpática carta, vinda de uma Entidade que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício, para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.Obrigado á GRANDE revista cultural NIRAM ART MAGAZINE, á EVA DEFESES e a todos os Vossos demais colaboradores que subscreveram a carta, por nos continuarem a acompanhar e a divulgar tão de perto e testemunhar com conhecimento de causa o nosso trabalho.A nossa parceria que Vocês têm sabido manter inteligentemente e com grande admiração, tem sido muito profícua para as Artes em geral e um grande reforço para a divulgação das ARTES PORTUGUESAS no mundo.Continuem com o Vosso entusiasmo e esforço, pois servem de grande exemplo ao que infelizmente não é feito injustamente sobre a divulgação de tão nobre ofício, que são as artes em geral.Muitos PARABÉNS, bem merecidos e o abraço de agradecimento e muito amigo nosso, do MAC e de todos os artistas e visitantes do MAC que muito os admiram e aplaudem.

Álvaro Lobato de Faria Director Coordenador do MAC

Zeferino Silva Director do MAC

Joana Paiva Gomes Directora Adjunta do MAC

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Caro Pedro Inácio

Com um abraço, agradecendo esta sua simpática mensagem de uma pessoa que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.
Obrigado Dr. Pedro Inácio por nos continuar a acompanhar tão de perto e testemunhar com conhecimento de causa o nosso trabalho.
Álvaro Lobato de Faria
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Caro Alvaro L. Faria
No decurso da minha actividade profissional, tenho constatado o seu empenho e o incremento do MAC, no universo das Artes Plásticas. Reconhecendo este seu interesse pelo Conhecimento, sobretudo no âmbito artístico nacional, gostaria de felicitar o MAC pelo seu 14ª aniversário, fazendo votos que mais (novos) projectos possam continuar a dignificar essa Casa de Arte e a nossa Cultura.
Felicidades. Um grande abraço

Pedro Inácio
MUSEU DA ÁGUA DA EPAL
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Dr. Mendes Machado

Com um abraço, agradecendo este excelente testemunho de uma Entidade que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.
Obrigado Dr. Mendes Machado por nos ter acompanhado tão de perto desde sempre e testemunhado com conhecimento de causa o nosso trabalho.

Álvaro Lobato de Faria
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Caros amigos do MAC,

Aproveito para agradecer mais uma vez a todo o MAC a surpresa que me fizeram com a atribuição do prémio "Personalidade Cultural 2008". Como referi na altura, "fui totalmente apanhado de surpresa", pois o segredo foi bem guardado!
Chegar à idade adolescente dos catorze anos nas lides da Arte (e muito concretamente das Artes Plásticas) é, por si só, em Portugal, um acto digno de louvor pelas várias dificuldades e obstáculos que se tem que enfrentar no dia-a-dia.
A divulgação de artistas portugueses em "casa" e no estrangeiro (sobretudo daqueles que parecem ter caído, desmerecidamente, no esquecimento - prémio atribuído ao já desaparecido Nelson Dias) e o apoio a artistas africanos têm sido as principais actividades do MAC.
Debruço-me especialmente nesta última, motivado por um comentário publicado no vosso blogue e que questiona a actividade do MAC no que diz respeito à Lusofonia e no apoio à língua portuguesa. Ora, não é só a atribuição do prémio "MAC Pintura 2008" ao Roberto Chichorro que constitui prova desta actividade lusófona. Nos muitos anos de colaboração que me ligam ao MAC, sobretudo no desempenho da minha actividade profissional em África, pude ser testemunha das actividades deste Movimento quer em Cabo Verde quer na Guiné-Bissau, das muitas amizades feitas e do carinho que muitos artistas, estudantes e professores universitários africanos têm pelo MAC. Nenhum deles, certamente, se oporia a este meu testemunho.
Quanto à atribuição do prémio "MAC 2008 Distinção" à revista romena "Niram Art", a divulgação da arte portuguesa que esta revista tem feito junto dos leitores romenos e internacionais, só por si, justifica este novo prémio (segundo noutra categoria).
Não cabe ao MAC substituir-se a entidades estatais que deveriam "seguir" o que se escreve no estrangeiro e os mais importantes "sítios" (eu gosto de lhes chamar "montras electrónicas") promovendo a tradução em língua portuguesa e a utilização da nossa língua no máximo de "montras electrónicas" estrangeiras. Só conheço um Observatório da Língua Portuguesa e até esse foi criado por um professor que não desempenha agora quaisquer funções oficiais para além de leccionar como tantos outros milhares de professores de Português. As repetidas e (até agora) insuperáveis dificuldades do IILP (Instituto Internacional de Língua Portuguesa) só podem confirmar este meu raciocínio.
Um exemplo gritante disto é (para ficarmos só pela Roménia!) o "Observator Cultural" (
www.ObservatorCultural.ro) que apresenta textos traduzidos em línguas como o holandês ou o polaco, mas nada em língua portuguesa.
Não querendo ser um mero advogado do MAC, mas também porque conheço o autor do texto e tivemos já várias e boas conversas em torno da língua e da cultura, não posso deixar de "lavrar" aqui o meu testemunho. O trabalho do MAC ao longo destes 14 anos e o que conheço dele assim o exigem!

Luís M. M. Machado
Ex-Conselheiro Cultural e de Imprensa