créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Thursday, January 7, 2010

Paulo Canilhas no MAC





O MAC - Movimento Arte Contemporânea

inaugura a 2 de Fevereiro, terça feira, pelas 19 horas,
a Exposição de Artes Plásticas


Organic

de

Paulo Canilhas





Patente na Galeria MAC na AV. Álvares Cabral, 58-60, em Lisboa,
a exposição de pintura, desenho e instalação estará aberta ao público
até dia 28 de Fevereiro.

Para mais informações:
MAC Sol ao Rato
Rua do Sol ao Rato, 9C - 1250-260 Lisboa
Tel. 213 850 789
mac@movimentoartecontemporanea.com

MAC Álvares Cabral
Av. Álvares Cabral, 58/60 - 1250-018 Lisboa







http://www.madridenmarco.webege.com/documents/eventosmadridenmarco.php?title=exposici%F3n-organic-de-paulo-canilhas-en-mac&entry_id=1263843025

Paulo Canilhas percorre um imaginário de constantes e consistentes inquirições. De um pensamento estético profundamente actual, Paulo Canilhas demonstra as potencialidades humanas frente a um material estático, tentando “domesticá-lo” recriando outros campos através das caracteristicas inerentes àquela matéria, compondo assim um encantamento em que o jogo ou os jogos de luz reflectida se tornam objecto de indagação, interpondo-se entre o espectador e a obra criada.

Nesse mesmo sentido lúdico de uma superfície recriada, Paulo Canilhas propõe-nos o imaginário da reconquista do Orgânico sobre o Inorgânico. Um tempo futuro mas provavelmente não tão longe quanto se pode esperar e desejar.
Na sua intervenção joga com elementos inorgânicos, cuja organicidade é simplesmente aparente, uma vez recriada, em primeiro lugar pelo autor, que a remete para o espectador como entendimento da força da sua expectativa.
Ainda, a fisicidade da luz na sua “inconstância”, resultante dos vários jogos relativos e matéricos, propõe ao autor a dúvida exaustiva, objecto de pesquisa que Paulo Canilhas persegue.
Como nomear essa mistura entre um objecto aparentemente inerte e um “sujeito” vivo, animado e luminoso?
A realidade é, em Paulo Canilhas, um conceito inquietante. Virtualizada, está sujeita a múltiplas possibilidades dos processos mediados pela expressão que, de certa maneira, escapam ao controle daquilo que vive sob a alçada da matéria. O trabalho que nos propõe, exemplo das perenes misturas entre Natureza e Tecnologia, goza hoje de um estatuto misto de entidade ao mesmo tempo natural e artificial, sendo o seu estado uma permanente metamorfose.
As questões que Paulo Canilhas aborda fazem-nos entender um ser sensível, inteligente e atento às mutações constantes do homem, das sociedades e do ou dos vários universos.
Um leitor assíduo, eficaz e solidário das vidas e das coisas com que nos defrontamos e confrontamos.
A forma e o simples e desinteressado empenho com que tem contribuído ultimamente no intuito de divulgar o MAC, prestando-se a colocar parte do seu tempo à nossa disposição faz de Paulo Canilhas um colaborador considerável de que o MAC se orgulha, pela qualidade e pesquisa da sua obra e pelo seu modo de estar como cidadão e autor.

Álvaro Lobato de Faria

director coordenador do MAC - Movimento Arte Contemporânea


No nosso mundo industrializado, sempre e cada vez mais, a mecanização abafa os mais simples movimentos humanos, a força de braços substituída pela mecânica, o suspiro de cansaço pelos espasmos hidráulicos das engrenagens que tomam conta do nosso espaço do nosso ar.
Esta mudança, por nós instalada, terá um fim quando a matéria inerte se sobrepuser à orgânica a humanidade acabar substituída e as máquinas tomarem o lugar dominante que parece lhes estar destinado. ...e depois? ...pergunto-me, irá a matéria orgânica reconquistar a sua posição? ...haverá capacidade para essa reconquista?
A matéria orgânica terá pela frente uma odisseia, uma batalha titânica na reconquista do seu espaço, num mundo de metal, frio insensível e negro.
Estaremos longe desta realidade?
As imagens que vos proponho em ‘ORGANIC’ são a minha visualização desse tempo em que a matéria orgânica, sabe-se lá em que forma, emerge por baixo do frio e tumular metal e tentará ganhar de novo o seu lugar no nosso mundo.

Paulo Canilhas


Thursday, December 31, 2009

FELIZ 2010!


Com as nossas saudações e votos de Bom Ano de 2010,

Aguardamos
com Amizade a vossa visita

informando que continua patente nos
dois Espaços'MAC,
Rua do Sol ao Rato 9C e Av. Álvares Cabral 58/60 em Lisboa
uma colectiva "FEIRA do MAC / objectos com ARTE"
até 28 de Janeiro de 2010




Esta mostra vai estar patente com o seguinte horário
de segunda a sexta das 13h às 20h
sábado das 15h às 19 h
domingo e fora deste horário,

por marcação tm 96 267 05 32


R.do Sol ao Rato, n º 9C Lisboa

Tel: 21 385 07 89 / 96 267 05 32





Thursday, November 5, 2009

Inauguração da exposição de MARIA JOÃO FRANCO - "não! não abro mão da minha maré"

Maria João Franco

Álvaro Lobato de Faria, Maria João Franco e Zeferino Silva
Paulo Canilhas, Maria João Franco e Guilherme Valente
Zeferino Silva

Álvaro Lobato de Faria
Maria João Franco e Luisa Nogueira

Maria João Franco e Gaspar Diaz

António Galvão, Eduardo Nascimento e Guilherme Valente

Paulo Canilhas

Eduardo Nascimento e Maria João Franco

Andreia Pereira, Joana Gomes e Roberto Chichorro
Joana Gomes,Mestre Hilário Teixeira Lopes,
Teresa Mendonça e Andreia Pereira
Alberto Fernandes, Teresa Mendonça e Roberto Chichorro Mestre Hilário Teixeira Lopes

Esta mostra vai estar patente até 27 de novembro de 2009
com o seguinte horário
de segunda a sexta das 13h às 20h
sábado das 15h às 19 h
domingo e fora deste horário ,por marcação tm 96 267 05 32


Wednesday, October 7, 2009

Maria João Franco ||| 45 anos de carreira



Não!
Não abro mão da minha maré.
As escarpas negras envoltas nas espumas
que o mar arremessa
escorrem mar adentro
como a pele que dispo para te envolver.
E tu sabes
Que eu sei
Que nunca aconteces.
E que te quero.



Maria João Franco





homenagem/óleo s/tela/81x100cm/2009


O MAC-Movimento Arte Contemporânea
inaugura a exposição comemorativa dos


45 anos de carreira de Maria João Franco

"não!, não abro mão da minha maré"

no dia 3 de Novembro de 2009 pelas 19 h
A exposição estará patente até 27 de Novembro.


intimo
tec.mista s/tela/160x60cm/2009




Ao longo de mais de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantem-se essencialmente fiel a si própria.
Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro. Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e como autora.
No envolvimento, ora cálido e terno nas pinturas, ora dramático como bem escreve Rocha de Sousa:”nesta nudez lírica da carne brutalizada por destinos inomináveis é um grito sem fim pelos apocalipses que vivemos todos os dias, navegando à vista, lutando inutilmente contra a morte anunciada” que figura a nossa condição, e que confere harmonia, beleza e estranheza à trivialidade do quotidiano, sabe a autora fazer agir a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal e rico universo imagético. O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.
Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.
A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.
As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.





no name # 4/tecn mista s/tela/150x100 cm/2009



no name # 3 /tec mista s/tela/ 150x100 cm /2009


não! não abro mão da minha maré / tec mista s/tela/150x100cm / 2009




A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.
Também, o profissionalismo, agrado e companheirismo com que tem desempenhado junto do MAC, a realização de qualquer projecto que lhe seja proposto correspondendo sempre de forma eficaz e sem rodeios a toda a colaboração, de forma entusiástica e inequívoca a todos os nossos sonhos e anseios, faz de Maria João Franco um ser sempre desejado por nós , que dignifica esta casa e esta equipa, e de quem muito nos orgulhamos.
Nesta exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua infatigável busca, a intranquila qualidade da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que Maria João Franco ocupe um significativo lugar cimeiro no conjunto dos pintores primeiros deste país pela excelência e raridade do conjunto da obra que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o seu grande talento e sobretudo a sua surpreendente e rara qualidade plástica e criativa.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
Setembro 2009



http://www.movimentoartecontemporanea.com/

Wednesday, September 2, 2009

Novas exposições

bestiário # 1 /óleo s/tela / 100 x 130 cm / 2008



" de costas para a janela" / tecn.mista s/tela / 100x150 cm / 2008


O MAC-Movimento Arte Contemporânea

abrirá a nova época

no dia 3 de Novembro de 2009

com a exposição



"não! não abro mão da minha maré."

comemorativa dos

45 anos de carreira

da pintora Maria João Franco.


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http://www.movimentoartecontemporanea.com/



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Tm. 962670532 /215 213867215 / 21 385 07 89
Fiz `ART09


Alfred Opitz /Ana Tristany /Artur Bual /Cruzeiro Seixas/ Dina Aguiar /Fernando d `F. Pereira Figueiredo Sobral /Hilário Teixeira Lopes /Jaime Murteira /João Abreu/ João Chichorro/ José Vicente /Lourdes Leite/ Luísa Nogueira/ Manuela Pinheiro /Maria João Franco /Miguel Barros/ Mira Sousa Dias /Noronha da Costa /Nuno Castel-Branco /Paulo Canilhas /Ricardo Paula /Roberto Chichorro/ Saulo Silveira /Sebastião Rodrigues/ Teresa Mendonça /Tereza Trigalhos

Largo da Luz, 1600-498 Lisboa
Tel. 217 104 000 217 104 000 / Fax.217 104 016217 104 000 217 104 000 / Fax.217 104 016 colegiomilitar @ colegiomilitar / http://www.colegiomilitar.pt/

9 a 21 de Outubro / 2009 Pavilhão do Auditório do Colégio Militar das 14h às 19h

Estacionamento do Colégio Militar


notícias em:

http://www.factorlisboa.com/site/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=77&Itemid=109

http://www.youtube.com/watch?v=geDmeSQCLWs&feature=player_embedded



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MIRA SOUSA DIAS




Entretanto inaugura a 29 de Setembro de 2009,

pelas 19 horas na Av.Álvares Cabral 58/60,

uma mostra de Mira Sousa Dias

Passagem Secreta

que estará patente até 29 de Outubro de 2009,

com o horário normal da galeria,
de segunda a sexta, das 13h às 20 h
sábado, das 15h às 19h
domingo, por marcação
tm 96 267 05 32



No universo plástico de Mira Sousa Dias, as formas do micro e do macro-mundo flúem incessantemente, coexistindo com elementos de diferentes dimensões, volumes e planos, nas suas mais diversas configurações.
.
A cor densa da têmpera, que habita estas telas, por onde Mira Sousa Dias faz veicular a cor, que parece emanar, de algures, abrindo caminho através da superfície branca da tela, provocando relações cromáticas completamente diferentes, em que audaciosas improvisações e fortes impulsos gráficos fazem vibrar obras autónomas de grande expressividade e intensidade criadora.

A sua linguagem plástica é marcada pelo originalidade de um jogo de alusões/ilusões, ocultações e associações aparentemente sem nexo, que apelam à experiência existencial do observador, arrastando-o para desafios que deseja enfrentar, como se quisesse fazer parte deste mundo aqui proposto.

Pelo “ensinamento” da vontade com que Mira Sousa Dias enfrenta a susceptibilidade do espaço, da cor e da luz, podemos dizer que é a sua aposta constante presente em cada obra:
- Uma aposta na destrinça entre o real e a realidade, e a constante e pertinente pesquisa que daí advem , realizada através de aparentes esquiços para uma talvez nova arquitectura dos tempos possíveis.

Álvaro Lobato de Faria
director coordenador do MAC
Zeferino Silva
director do MAC

mais informação em
www.movimentoartecontemporanea.com

Saturday, August 22, 2009

Colectiva de Verão

Álvaro Lobato de Faria, director coordenador do MAC
e Zeferino Silva,director do MAC


Depois da comemoração do seu 15º aniversário ,
o MAC encerrou para férias a 1 de Agosto de 2009.

Reabriu a 1 de Setembro de 2009 às 13 horas , mostrando de novo ao público a Colectiva comemorativa do seu 15 º aniversário.

As mostras estarão patentes a partir de 1 de Setembro nos dois Espaços'MAC ,

Rua do Sol ao Rato-9C

e Av. Álvares Cabral,58,60 em Lisboa,

com o horário habitual :
segunda a sexta, das 13h às 20h,
sábado das 15h às 19h
e domingo, por marcação tm 96 267 05 32


Ainda, a convite da Sociedade da Língua Portuguesa, em comemoração do seu 60º aniversário - Festa da Língua Portuguesa - em parceria com a Câmara Municipal de Peso da Régua, Álvaro Lobato de Faria será comissário para a mostra de Artes Plásticas integrada no âmbito do vasto programa daquele evento que terá lugar nos dias 17,18 e 19 de Setembro de 2009.
Na exposição de Artes Plásticas poderão ser vistas obras de:
Alfred Opitz Ana Tristany Figueiredo Sobral Helena San Payo Hilário Teixeira Lopes Jaime Murteira José Vicente Luís Athouguia Luísa Nogueira Maria João Franco Miguel Barros Porfírio Alves Pires Roberto Chichorro Saulo Silveira Sebastião Rodrigues Teresa Mendonça,
entre outros.
Esta mostra ficará patente ao público de 17 de Setembro até 8 de Outubro de 2009.

para mais informação, consulte o nosso site