créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Saturday, January 30, 2010

Viagem de trabalho a São Paulo-Brasil

Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier /residência do Esc Santos Lopes




Álvaro Lobato de Faria,no âmbito da expansão do MAC-Movimento Arte Contemporânea de que é director coordenador, deslocou-se ao Brasil, mais especificamente a S.Paulo numa viagem de estudo e prospecção, no intuito de estabelecer novas parcerias com instituições públicas ,entre as quais o MUB (Museu de Escultura do Brasil), e entidades privadas e galerias daquela cidade.
Esta viagem de trabalho a S. Paulo - Brasil, que contou com o apoio incondicional do Esc Santos Lopes, ali residente, proporcionou conversações para futuros projectos e trabalhos com o Museu Brasileiro da Escultura de S. Paulo, MUBE , tendo o director do MAC reunido com o Director Presidente do Museu Dr. Jorge F.M. Landmann, com a Assessora da Presidência D. Maria Lúcia Junqueira Silva e com a Directora de Relações Internacionais Renata de Azevedo Silva. Foi uma reunião de troca de impressões muito proveitosa.
Realizaram-se reuniões de trabalho com um dos maiores galeristas de S. Paulo , André Blau, proprietário das maiores e melhores galerias de S. Paulo as Galerias de Artes ANDRÉ.
Seguiram-se 36 horas de trabalho árduo e muito proveitoso no atelier /residência do Escultor Santos Lopes, artista com grande projecção em S. Paulo, que irá expôr individualmente em Lisboa no MAC no próximo Maio de 2010.Todos estes encontros e reuniões de trabalho com museus e galerias só foram possíveis graças aos conhecimentos e empenho deste grande escultor radicado em S. Paulo há 35 anos que é Santos Lopes.

Thursday, January 7, 2010

Paulo Canilhas no MAC





O MAC - Movimento Arte Contemporânea

inaugura a 2 de Fevereiro, terça feira, pelas 19 horas,
a Exposição de Artes Plásticas


Organic

de

Paulo Canilhas





Patente na Galeria MAC na AV. Álvares Cabral, 58-60, em Lisboa,
a exposição de pintura, desenho e instalação estará aberta ao público
até dia 28 de Fevereiro.

Para mais informações:
MAC Sol ao Rato
Rua do Sol ao Rato, 9C - 1250-260 Lisboa
Tel. 213 850 789
mac@movimentoartecontemporanea.com

MAC Álvares Cabral
Av. Álvares Cabral, 58/60 - 1250-018 Lisboa







http://www.madridenmarco.webege.com/documents/eventosmadridenmarco.php?title=exposici%F3n-organic-de-paulo-canilhas-en-mac&entry_id=1263843025

Paulo Canilhas percorre um imaginário de constantes e consistentes inquirições. De um pensamento estético profundamente actual, Paulo Canilhas demonstra as potencialidades humanas frente a um material estático, tentando “domesticá-lo” recriando outros campos através das caracteristicas inerentes àquela matéria, compondo assim um encantamento em que o jogo ou os jogos de luz reflectida se tornam objecto de indagação, interpondo-se entre o espectador e a obra criada.

Nesse mesmo sentido lúdico de uma superfície recriada, Paulo Canilhas propõe-nos o imaginário da reconquista do Orgânico sobre o Inorgânico. Um tempo futuro mas provavelmente não tão longe quanto se pode esperar e desejar.
Na sua intervenção joga com elementos inorgânicos, cuja organicidade é simplesmente aparente, uma vez recriada, em primeiro lugar pelo autor, que a remete para o espectador como entendimento da força da sua expectativa.
Ainda, a fisicidade da luz na sua “inconstância”, resultante dos vários jogos relativos e matéricos, propõe ao autor a dúvida exaustiva, objecto de pesquisa que Paulo Canilhas persegue.
Como nomear essa mistura entre um objecto aparentemente inerte e um “sujeito” vivo, animado e luminoso?
A realidade é, em Paulo Canilhas, um conceito inquietante. Virtualizada, está sujeita a múltiplas possibilidades dos processos mediados pela expressão que, de certa maneira, escapam ao controle daquilo que vive sob a alçada da matéria. O trabalho que nos propõe, exemplo das perenes misturas entre Natureza e Tecnologia, goza hoje de um estatuto misto de entidade ao mesmo tempo natural e artificial, sendo o seu estado uma permanente metamorfose.
As questões que Paulo Canilhas aborda fazem-nos entender um ser sensível, inteligente e atento às mutações constantes do homem, das sociedades e do ou dos vários universos.
Um leitor assíduo, eficaz e solidário das vidas e das coisas com que nos defrontamos e confrontamos.
A forma e o simples e desinteressado empenho com que tem contribuído ultimamente no intuito de divulgar o MAC, prestando-se a colocar parte do seu tempo à nossa disposição faz de Paulo Canilhas um colaborador considerável de que o MAC se orgulha, pela qualidade e pesquisa da sua obra e pelo seu modo de estar como cidadão e autor.

Álvaro Lobato de Faria

director coordenador do MAC - Movimento Arte Contemporânea


No nosso mundo industrializado, sempre e cada vez mais, a mecanização abafa os mais simples movimentos humanos, a força de braços substituída pela mecânica, o suspiro de cansaço pelos espasmos hidráulicos das engrenagens que tomam conta do nosso espaço do nosso ar.
Esta mudança, por nós instalada, terá um fim quando a matéria inerte se sobrepuser à orgânica a humanidade acabar substituída e as máquinas tomarem o lugar dominante que parece lhes estar destinado. ...e depois? ...pergunto-me, irá a matéria orgânica reconquistar a sua posição? ...haverá capacidade para essa reconquista?
A matéria orgânica terá pela frente uma odisseia, uma batalha titânica na reconquista do seu espaço, num mundo de metal, frio insensível e negro.
Estaremos longe desta realidade?
As imagens que vos proponho em ‘ORGANIC’ são a minha visualização desse tempo em que a matéria orgânica, sabe-se lá em que forma, emerge por baixo do frio e tumular metal e tentará ganhar de novo o seu lugar no nosso mundo.

Paulo Canilhas


Thursday, December 31, 2009

FELIZ 2010!


Com as nossas saudações e votos de Bom Ano de 2010,

Aguardamos
com Amizade a vossa visita

informando que continua patente nos
dois Espaços'MAC,
Rua do Sol ao Rato 9C e Av. Álvares Cabral 58/60 em Lisboa
uma colectiva "FEIRA do MAC / objectos com ARTE"
até 28 de Janeiro de 2010




Esta mostra vai estar patente com o seguinte horário
de segunda a sexta das 13h às 20h
sábado das 15h às 19 h
domingo e fora deste horário,

por marcação tm 96 267 05 32


R.do Sol ao Rato, n º 9C Lisboa

Tel: 21 385 07 89 / 96 267 05 32





Thursday, November 5, 2009

Inauguração da exposição de MARIA JOÃO FRANCO - "não! não abro mão da minha maré"

Maria João Franco

Álvaro Lobato de Faria, Maria João Franco e Zeferino Silva
Paulo Canilhas, Maria João Franco e Guilherme Valente
Zeferino Silva

Álvaro Lobato de Faria
Maria João Franco e Luisa Nogueira

Maria João Franco e Gaspar Diaz

António Galvão, Eduardo Nascimento e Guilherme Valente

Paulo Canilhas

Eduardo Nascimento e Maria João Franco

Andreia Pereira, Joana Gomes e Roberto Chichorro
Joana Gomes,Mestre Hilário Teixeira Lopes,
Teresa Mendonça e Andreia Pereira
Alberto Fernandes, Teresa Mendonça e Roberto Chichorro Mestre Hilário Teixeira Lopes

Esta mostra vai estar patente até 27 de novembro de 2009
com o seguinte horário
de segunda a sexta das 13h às 20h
sábado das 15h às 19 h
domingo e fora deste horário ,por marcação tm 96 267 05 32


Wednesday, October 7, 2009

Maria João Franco ||| 45 anos de carreira



Não!
Não abro mão da minha maré.
As escarpas negras envoltas nas espumas
que o mar arremessa
escorrem mar adentro
como a pele que dispo para te envolver.
E tu sabes
Que eu sei
Que nunca aconteces.
E que te quero.



Maria João Franco





homenagem/óleo s/tela/81x100cm/2009


O MAC-Movimento Arte Contemporânea
inaugura a exposição comemorativa dos


45 anos de carreira de Maria João Franco

"não!, não abro mão da minha maré"

no dia 3 de Novembro de 2009 pelas 19 h
A exposição estará patente até 27 de Novembro.


intimo
tec.mista s/tela/160x60cm/2009




Ao longo de mais de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantem-se essencialmente fiel a si própria.
Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro. Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e como autora.
No envolvimento, ora cálido e terno nas pinturas, ora dramático como bem escreve Rocha de Sousa:”nesta nudez lírica da carne brutalizada por destinos inomináveis é um grito sem fim pelos apocalipses que vivemos todos os dias, navegando à vista, lutando inutilmente contra a morte anunciada” que figura a nossa condição, e que confere harmonia, beleza e estranheza à trivialidade do quotidiano, sabe a autora fazer agir a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal e rico universo imagético. O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.
Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.
A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.
As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.





no name # 4/tecn mista s/tela/150x100 cm/2009



no name # 3 /tec mista s/tela/ 150x100 cm /2009


não! não abro mão da minha maré / tec mista s/tela/150x100cm / 2009




A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmente.
Também, o profissionalismo, agrado e companheirismo com que tem desempenhado junto do MAC, a realização de qualquer projecto que lhe seja proposto correspondendo sempre de forma eficaz e sem rodeios a toda a colaboração, de forma entusiástica e inequívoca a todos os nossos sonhos e anseios, faz de Maria João Franco um ser sempre desejado por nós , que dignifica esta casa e esta equipa, e de quem muito nos orgulhamos.
Nesta exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua infatigável busca, a intranquila qualidade da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que Maria João Franco ocupe um significativo lugar cimeiro no conjunto dos pintores primeiros deste país pela excelência e raridade do conjunto da obra que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o seu grande talento e sobretudo a sua surpreendente e rara qualidade plástica e criativa.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
Setembro 2009



http://www.movimentoartecontemporanea.com/