créditos

Direcção, organização e redacção
Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva

Sunday, May 25, 2008

Roberto Chichorro :: "tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá"





O MAC-Movimento de Arte Contemporânea



convida para a exposição de



ROBERTO CHICHORRO



"TEMPO DE NOIVAMENTOS



COM FLORES DE SER JACARANDÁ"



que inaugura no dia 3 de Junho de 2008, pelas 19h.



na Av. Álvares Cabral 58/60 em Lisboa.




Roberto Chichorro situa-nos no exacto lugar entre a pintura e a poesia. A sua africanidade é a sua estética e poética, o seu fundamento e a sua inspiração longínqua.
Revela-nos as memórias da alma num horizonte temporal pressentido, muito para alem da magia do sonho possível.
A pintura de Roberto Chichorro contem-se num tempo essencial, espacial e rítmico de um “eros” onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências africanas, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia.
Por invisíveis elos que se estabeleçam entre as telas analisadas, uma inter conexão de sentidos, cuja interpretação faz aflorarem significados submersos, inscritos no inconsciente histórico dos contextos sociais onde se geraram as obras do pintor.
Na pintura de Roberto Chichorro, cores, sons, formas harmonizam-se de forma a criar um universo poético que se exprime também pelos títulos das telas, através dos quais se envolve na matéria da poesia. O onirismo pictórico das obras de Chichorro dialoga com uma poética “chagaliana”, entre a impossibilidade do possível onde os sonhos reconhecidamente se revelam pela sua constância.
Não poderemos deixar de reconhecer, assim, na sua obra certos aspectos europeizantes, não deixando nunca de revelar, apesar disso, também a memória do seu país natal e da sua infância passada.
As telas de Roberto Chichorro apreendem para alem e apesar do seu cromatismo, os sonhos destruídos pela exigência da história do seu país que os homens quiseram escrever.
Revelará ainda a pintura de Chichorro, alegoricamente, momentos reprimidos do outrora, na tristeza dos olhares, na negritude das sombras e dos rostos em que se repete a desconfiança e o medo, contidos porem num erotismo onde uma capacidade narrativa apela a uma poética dimensional do “eros”.
Assim, entre o medo e o sonho, Roberto Chichorro recupera a história, numa perspectiva de reconstrução do amor e do sonho, onde se fundam e fundem os eternos luares.




Álvaro Lobato de Faria


Director coordenador do MAC


Zeferino Silva


Director do MAC






Continua na Rua do Sol ao Rato 9C a exposição de


MARIA JOÃO FRANCO


"tu não aconteces, quando eu te quero"




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Av. Álvares Cabral, 58/60, Lisboa




Rua do Sol ao Rato 9 C, Lisboa




telf/fax :: 21 385 07 89




telf :: 21 386 72 15




tm :: 96 267 05 32


horário:: segunda a sexta das 13h às 20h,


sabado,das 15 às 19 h



domingos por marcação - tm::96 267 05 32




A mostra estará patente até 27 de Junho de 2008

Thursday, May 22, 2008

MAC||Maria João Franco::"tu não aconteces,quando eu te quero"


Vai estar patente nos dois espaços MAC,
até 30 de Maio de 2008
a exposição de
Maria João Franco

"tu não aconteces, quando eu te quero"
Esta mostra pode ser visitada de segunda a sexta,das 13h às 20h
sábado,das 15h às 19h
e domingos por marcação tm 96 267 05 32
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato 9c,Lisboa
tel/fax :: 21 385 07 89
tm :: 96 267 05 32
Av.Álvares Cabral,58/60 Lisboa
telf :: 21 386 72 15
galeriamac@sapo.pt
galeriamac@mail.telepac.pt

Sunday, May 11, 2008

"tu não aconteces, quando eu te quero"

Dr.Álvaro Lobato de Faria

Pintora Maria João Franco


Primeiras reacções à exposição


"tu não aconteces,quando eu te quero"

de Maria João Franco


de quem muito o MAC se orgulha



Comentários para:





"tu não aconteces,quando eu te quero"



Ao ler estas imagens, Maria João,regredi ao passado dos meus 15 anos... Agora, com 46, continuo...Parabéns!



Sou Alzira Lima, e me confesso:

que dor esta de não ser capaz de brilhar as minhas palvras com imagem?

Que pincel não se agarra em minha mão?

10 Maio 2008


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ANA BERNACCHI disse...
ADOREI


Trabalho forte e leve, com tonalidades etéreas, e cheias de emoção. Não pode deixar de ser vista, essa produção de competência e virtuosismo.

PARABÉNS

ANA BERNACCHI

Escultora e Critica de Arte

BRASIL


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João Abreu disse...
Querida Maria João Franco, antes de mais nada, os meus mais profundos Agradecimentos por tanto! Parabéns Mestre!... Bem haja por tudo que faz pelas Artes Plásticas do seu País! Parabéns ao MAC na pessoa do nosso Patrono Prof Dr Álvaro Lobato de Faria e Eng Zeferino. Parabéns a todos qts integram o MAC. A Mestre mais uma vez gratificou uma Nação com uma exposição onde assentam os valores Plásticos arrancados da Alma, cozinhados num Conhecimento Filosófico e Cultural da observação e, técnica plástica ímpar. Não não Maria João, não exagero não. Das Obras que me foi grato observar e que fez o favor de me honrar enviando-me via net, fiquei estático e em silêncio. Colhi delas toda a conduta num percurso elevadíssimo para que se torne Evolução e Crescimento até se atingir o imparável. O encontro ou pelo menos o roçar do corpo com o espirito. Uma Obra da Maria João Franco é esse Percurso. Obrigado por tanto me dar. E é nessa Nobre Humildade que se recebe por tanto entregar ao Conhecimento e Estudo da coorelacção do Existir!... Um beijo de gratidão do João Abreu

Pintor


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Maria João

Estou aqui, ainda enlevada pela beleza da tua pintura e o encanto do poema que está no press release.
Tocou-me a alma.
Parabéns pelo merecido sucesso.
Estás sempre no meu coração.

Shirley Carreira

Professora Catedrática

Universidade de Letras do Rio de Janeiro


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